terça-feira, 19 de setembro de 2017

América-MG: Pré-jogo Vila Nova

A escalação inicial para enfrentar o Vila Nova deve depender do preparo físico do Norberto, Ruy e Edno para jogar os 90 minutos. Bem preparados fisicamente, seriam titulares.

Ainda assim, Norberto deve começar a partida. Provavelmente está mais bem preparado que Ceará e evitaria uma troca de lateral durante o jogo.

Pará será o lateral esquerdo. Precisa ficar mais atento na marcação, sem deixar de buscar a linha de fundo.

Lima, Zé Ricardo e Rafael Lima deverão formar a linha de três na saída de bola, com o avanço do Norberto e Pará pelas laterais.

Em determinados momentos, Zé Ricardo avançaria para aumentar a força ofensiva e o poder de finalização.

Juninho, que tem dificuldades do meio para frente, deveria jogar mais recuado, na marcação  do Alan Mineiro, artilheiro, principal finalizador e assistente do adversário.

Outro que merece atenção especial é Alípio.

Matheusinho, Renan Oliveira e Luan deverão formar a linha ofensiva de três meias.

Hugo Cabral em vez do Almeida poderia ser escalado para aumentar o dinamismo ofensivo e marcar o Wesley Matos na saída de bola.

A zaga adversária formada pelo Wesley Matos e Alemão é lenta.

Oportunidade para Matheusinho partir pra cima da defesa com a bola dominada.

Renan Oliveira e Luan precisam chamar a responsabilidade. Ambos aumentarem o poder de finalização.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Lima, Rafael Lima, Pará;
Juninho;
Matheusinho, Zé Ricardo, Renan Oliveira (Ruy), Luan;
Hugo Cabral (Hugo Almeida, Edno)

América x Vila Nova
terça-feira, 19h15, Arena do Coelhão.
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!

Marco Antônio


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Mineiro Sub-20: América 0 x 1 Cruzeiro

Apesar da derrota, o time americano foi mais determinado que o cruzeirense.

Ainda assim, faltou organização tática, definição do sistema de jogo e houve muitos erros nos fundamentos básicos.

Pelo apresentado contra o América, a campanha do Cruzeiro no Brasileiro não se justifica.

No primeiro tempo, os poucos lances perigosos do Coelhãozinho foram por meio de escanteios.

O Cruzeiro desperdiçou uma grande chance, quando Erick estava fora do gol e o adversário, dentro da área, finalizou para fora.

Aos 45 minutos, o gol da vitória cruzeirense foi marcado em cobrança de escanteio na primeira trave, toque de calcanhar para outro jogador, próximo da trave oposta, completar.

Sofrer gols em lances de bola parada evidenciou falhas de posicionamento do setor defensivo, que precisa ser mais bem treinado.

Nos dois confrontos contra o Araxá, um pela primeira fase e outro na primeira rodada do Hexagonal, foram três gols sofridos em lances semelhantes.

No segundo tempo, mais na base da vontade do que da organização tática, os jogadores americanos criaram oportunidades para empatar e conquistar a vitória, mas falharam nas conclusões.

Pilar fez duas assistências, uma para Felipinho, que dominou de direita e finalizou de esquerda, em vez de finalizar de primeira ou dominar e tentar o drible pela esquerda do goleiro.

Na outra assistência do Pilar, Michel, que jogou de meia-atacante na segunda etapa, finalizou de pé direito.

Méritos para Pilar pelas assistências, mas na condição de artilheiro, também deveria ter chances para concluir.

Renan acertou uma cabeçada defendida pelo goleiro e errou uma finalização dentro da área.

Marcinho também finalizou errado de pé esquerdo em vez de rolar para o meio da área ou acertar o gol.

Os erros nas conclusões evidenciaram falhas no fundamento da finalização.

Lucas Luan e Victor Emiliano foram desfalques.

Felipinho, talvez por ter voltado de contusão, entrou no segundo tempo.

Vitinho entrou bem, mas poderia ter partido pra cima pelas beiradas em vez de infiltrar pela diagonal.

A primeira linha defensiva de três jogadores para começar a transição e avançar os laterais está indefinida, sem qualidade na troca de passes.

Os erros de passes na saída de jogo evidenciaram falhas no fundamentos do passe.

Rafael, que havia atuado na função de volante nos jogos anteriores, atuou de zagueiro.

Quando Ronaldo e Diego avançaram pelos lados e buscaram a linha de fundo, criaram situações de gol, mas poucas vezes tentaram fazer essas jogadas.

Os laterais precisam ser mais ofensivos a fim de se destacar e aumentar a força de ataque.

Na terceira rodada do hexagonal do Mineiro, o América ainda busca a formação ideal e uma definição do modelo de jogo.

A formação ideal pode até ter sido prejudicada pelas contusões e suspensões, mas na parte tática precisava ter demonstrado uma maior padronização.

A distribuição tática neste jogo foi diferente da utilizada nos jogos realizados no Lanna Drumond, e contra o Villa Nova, em Nova Lima, durante a primeira fase.

O desempenho do time está mais dependente da vontade dos jogadores.

Se a metodologia de treinamentos não for modificada e intensificada, a tendência é chegar ao fim da competição sem ter uma definição dos titulares, do sistema de jogo, e com defeitos de posicionamento defensivo, erros nos fundamentos básicos de passes, finalizações e cruzamentos.

Deste modo, o desempenho na Copa São Paulo de 2018 será fadado ao fracasso.

Com a saída do Milagres e a entrada do Fred Pacheco, até jogadores, que foram promovidos ao profissional no fim do ano passado e retornaram ao sub-20 este ano, estão com rendimento inferior ao de 2016, quando se destacaram individualmente.

Jogadores com histórico de bom rendimento sob o comando do Celinho no sub-17 estão com performance mediana e alguns nem são utilizados.

Os novatos no sub-20 pouco acrescentaram.

O tempo necessário para o desempenho evoluir e o resultado aparecer faz parte das qualidades do técnico.

Fred Pacheco pode ser capacitado, mas não conseguiu encaixar o time nem extrair o potencial dos atletas em processo de formação.

América:
Erick;
Ronaldo, Rafael (Gabriel), Victor Caetano, Michel;
Marcos (Diego), Renan;
Saulo (Felipinho), Guilherme (Leo Lucas), Marcinho;
Pilar (Vitinho)
Técnico: Fred Pacheco

O Cruzeiro fez duas substituições e o América cinco.

Marco Antônio

domingo, 17 de setembro de 2017

Ceará 1 x 1 América-MG

Apesar de o time americano ter oscilado bons e maus momentos, ainda assim, demonstrou poder de reação, e o confronto contra o Ceará, na casa do adversário, foi equilibrado.

O lateral Ceará, que pouco avançou, Lima e Rafael Lima foram os principais executores da saída de bola, mas sem a maior participação do Zé Ricardo o início da transição ofensiva perdeu qualidade na troca de passes.

Sem o avanço do Ceará pela direita e sem a presença do Ernandes, para formar um trio ofensivo com Giovanni e Luan pela esquerda, a ofensividade pelos lados foi baixa.

Deve ter sido a partida do América com menos cruzamentos realizados: Um certo e 13 errados.

Sem Bill, o primeiro combate no campo do adversário diminuiu.

No gol sofrido e nos primeiros minutos do segundo tempo, a consistência defensiva ficou vulnerável.

Elton cabeceou livre de marcação para fazer o gol cearense.

Luan rendeu bem menos do que pode render.

Matheusinho teria se destacado mais, caso Renan Oliveira e Juninho transformassem em gols as assistências recebidas.

Edno se destacou pelo gol feito, e Zé Ricardo pelo combate e por ter cortado dentro da área a conclusão de um contra-ataque.

posse de bola 52 x 48
finalizações certas 5 x 2
finalizações erradas 10 x 7
passes certos 292 x 281
passes errados 37 x 40
cruzamentos certos 9 x 1
cruzamentos errados 16 x 13

João Ricardo: Foi pouco exigido. Uma defesa em um chute de longa distância.

Ceará: Pouco avançou e ainda cedeu espaços na defesa. A jogada do gol cearense começou pela direita.

Lima: Não comprometeu.

Rafael Lima: No gol sofrido, poderia ter marcado o Elton mais de perto.

Giovanni: Também poderia ter marcado o Elton mais de perto no lance do gol e avançado mais para tabelar com Luan.

Juninho: Apesar do esforço é muito limitado no setor ofensivo.

Zé Ricardo: Combativo na defesa e no ataque.

Matheusinho: Participou da marcação, fez assistências para Renan Oliveira e Juninho, e finalizou três vezes.

Renan Oliveira: Sem poder de criação, finalização e decisão. Fez assistência para Edno no gol de empate, mas rendeu menos do que deveria render.

Luan: Sem poder de finalização decisão. Rendeu menos do que pode render.

Hugo Almeida: Não antecipou e deixou o adversário antecipar.

Norberto: Aumentou a ofensividade pelo lado direito. Poderá ser opção para formar dupla com Ceará pela direita.

Edno: Demonstrou poder de decisão.

Magrão: Colaborou na marcação pelo lado esquerdo.

Enderson Moreira: Deveria ter utilizado o Zé Ricardo na saída de bola, e avançado o Ceará pela direita. Mesmo assim, o modelo de jogo foi repetido na maior parte dos 90 minutos.

CEARÁ 1 x 1 AMÉRICA

Ceará:
Éverson;
Tiago Cametá, Luiz Otávio, Rafael Pereira e Romário;
Richardson, Pedro Ken (Ricardinho), Rafael Carioca (Pio) e Lima;
Leandro Carvalho (Cafu) e Elton
Técnico: Marcelo Chamusca

América:
João Ricardo;
Ceará, Lima, Rafael Lima e Giovanni (Norberto);
Zé Ricardo e Juninho;
Matheusinho, Renan Oliveira, Luan (Magrão);
Hugo Almeida (Edno)
Técnico: Enderson Moreira

Gols: Elton e Edno

Marco Antônio

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

América-MG: Pré-jogo Ceará

Em time que está ganhando também se mexe.

Enderson Moreira, mais uma vez, será obrigado a fazer mudanças entre os titulares.

Vale lembrar que nas 12 vitórias conquistadas, as escalações sequenciais foram diferentes.

Ainda assim, o modelo de jogo, a consistência defensiva e postura ofensiva foram preservados.

Contra o Ceará, o time americano deve buscar o controle da partida, com a valorização da posse de bola e marcação no campo do adversário, mas de acordo com as circunstâncias, optar pela segurança defensiva e contra-atacar em alta velocidade.

Bill, Ernandes, Messias e Ruy são desfalques.

Messias se destacou na saída de bola, na marcação, nos desarmes e rebatidas nas bolas rasteiras e aéreas.

Lima deverá ser o substituto, mas precisa ficar mais atento na marcação do Elton.

Apesar da necessidade de diminuir o número de passes errados, Ernandes está na melhor fase dele no América. Supercompetitivo e participativo nos desarmes, na marcação e no apoio. Encaixou bem com Giovanni e Luan pelo lado esquerdo.

A linha de três na saída de bola será formada pelo Lima, na direita, Zé Ricardo no centro, e Rafael Lima pela esquerda.

Deste modo, Ceará e Giovanni deverão fazer ultrapassagens pelos lados e respectivas triangulações com Matheusinho e Luan.

Nessa transição ofensiva, Juninho é pouco utilizado. Talvez seja interessante ficar mais recuado, com o avanço do Zé Ricardo, que tem mais qualidade na virada de jogo e na finalização.

A utilização do Magrão no lugar do Ernandes poderá ser uma opção interessante. Ainda mais que Tiago Cametá é um lateral que avança muito.

Ruy teve poder de criação, finalização e decisão.

Renan Oliveira alternou altos e baixos. Precisa exercer com mais regularidade essas funções.

A linha de três meias será formada pelo Matheusinho, Renan Oliveira e Luan.

Matheusinho deveria jogar nas costas do Romário, partir na diagonal pra dentro da área e revezar com Renan Oliveira as jogadas pelo centro.

Luan também poderia explorar as subidas do Tiago Cametá. Necessita aumentar o número de passes e finalizações certos, diminuir o de passes errados e perder menos vezes a posse de bola.

Bill exerceu a função do primeiro combate e abriu espaços para as infiltrações dos meias, e até volantes.

Hugo Almeida carece segurar mais a bola, antecipar os zagueiros e acertar as finalizações.

Edno é opção para aumentar a força de ataque.

Hugo Cabral é opção de velocidade, mas precisa acertar os complementos das jogadas.

Provável time:
João Ricardo;
Ceará, Lima, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo, Juninho (Magrão);
Matheusinho, Renan Oliveira (Magrão, Hugo Cabral), Luan (Hugo Cabral);
Hugo Almeida (Edno)

Ceará x América
sexta-feira, 21h30, Castelão

Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!

Marco Antônio

domingo, 10 de setembro de 2017

Paysandu 0 x 1 América-MG

Na vitória sobre o Paysandu, o modelo de jogo do time americano, independentmente de jogar dentro ou fora de casa, foi repetido.

Principalmente no primeiro tempo, o Coelhão manteve a consistência defensiva, competitividade e proposta ofensiva, com posse de bola no campo do adversário.

O acaso, quase sempre presente nas conquistas, também prevaleceu no gol marcado pelo Luan.

Ernandes, Giovanni e Luan aumentaram a produtividade ofensiva pelo lado esquerdo.

No segundo tempo, o adversário tentou ser mais ofensivo, mas ainda assim, só levou perigo nas duas falhas do Lima, na saída de bola.

Ceará e Juninho avançaram menos.

A linha ofensiva dos três meias formada pelo Matheusinho, Renan Oliveira e Luan, também diminuiu a participação ofensiva.

Destaque para Ernandes, pela competitividade, e Luan, pelo poder de decisão e Enderson Moreira, pela manutenção da ideia de jogo.

Foi mais uma vitória conquistada pelo futebol coletivo, a organização tática e atitude vencedora dos comandados pelo Enderson Moreira.

Posse de bola: 49 x 51
Finalizações certas: 2 x 4
Finalizações erradas: 5 x 7
Passes certos: 235 x 358
Passes errados: 48 x 50
Cruzamentos certos: 7 x 1
Cruzamentos errados: 8 x 17
Escanteios: 1 x 6

João Ricardo: Uma defesa no primeiro tempo, outra salvadora no segundo e participação na saída de bola.

Ceará: Participou do início da transição com Lima e Rafael Lima, acertou uma finalização de longa distância. Avançou menos no segundo tempo.

Lima: Vacilou em dois lances na saída de bola.

Rafael Lima: Manteve a segurança defensiva.

Giovanni: Participativo na defesa e no ataque. Fez duas assistências para finalizações e cinco cruzamentos errados.

Juninho: Por não participar da linha de três na saída de bola e por avançar pouco pelo lado direito ou centralizado, foi pouco aproveitado na transição ofensiva.

Ernandes: Bastante combativo na marcação e participativo no setor defensivo e ofensivo. Quatro desarmes, uma assistência para gol e uma para finalização. Aumentou o número de passes certos (43), mas ainda precisa diminuir o de passes errados (12) a fim de potencializar a produtividade.

Matheusinho: Duas assistências para finalizações, três cruzamentos e dois desarmes. Deveria ter revezado mais com Renan Oliveira pelo centro e partido mais vezes com a bola dominada pra cima dos adversários.

Renan Oliveira: Pouco produtivo e até participativo. Sem poder de criação, finalização e decisão, Só 18 passes certos, nenhuma finalização.

Luan: Apesar de bastante competitivo e decisivo, perdeu 10 vezes a posse de bola e errou seis cruzamentos. Acertou duas finalizações e errou duas. Caiu de produção no segundo tempo. Tem capacidade para ser mais eficiente durante os 90 minutos.

Bill: Pouco produtivo.

Magrão: Foi mais participativo que Renan Oliveira

Hugo Cabral: Apesar do pouco tempo em campo, não aproveitou os espaços, quando recebeu a bola sem marcação.

David: Sem tempo.

Enderson Moreira: Novamente manteve o modelo de jogo, a organização tática e proposta ofensiva.


PAYSANDU 0 x 1 AMÉRICA

Paysandu:
Emerson;
Ayrton (Lucas Taylor), Diego Ivo, Perema e Peri;
Renato Augusto, Rodrigo Andrade, Rodrigo e Welinton Junior (Marcão);
Bergson e Anselmo (Magno)
Técnico: Marquinhos Santos

América:
João Ricardo;
Ceará, Lima, Rafael Lima e Giovanni;
Juninho, Ernandes (David);
Matheusinho, Renan Oliveira (Magrão) e Luan;
Bill (Hugo Cabral)
Técnico: Enderson Moreira

Gol: Luan

Vamos subir, Coelhô. Acredita, América!


Marco Antônio, comentarista AMCE.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

América-MG: Pré-jogo Paysandu

Apesar da paralisação, Messias, Ruy e Zé Ricardo vão desfalcar o América contra o Paysandu.

Messias e Zé Ricardo estão entre os americanos mais eficientes nos passes, lançamentos, defesa/bloqueio e rebatidas.

Zé Ricardo ainda se destacou nos desarmes e foi o americano que mais acertou viradas de jogo.

Messias foi o que mais acertou rebatidas.

Ruy é o artilheiro do time com seis gols marcados e participativo na troca de passes e finalizações.

A ausência do Zé Ricardo deverá acarretar em mudanças posicional no início e complemento da transição ofensiva.

Ainda assim, provavelmente a consistência defensiva, o modelo e proposta de jogo ofensivo deverão ser preservados.

Nos jogos anteriores, Messias, Zé Ricardo e Rafael Lima formaram uma linha de três na saída de bola, com o avanço dos laterais pelos lados.

Sem Zé Ricardo, a primeira linha deverá ser formada pelo Ceará, Lima e Rafael Lima, com a ultrapassagem do Giovanni a fim de tabelar com Luan, pelo lado esquerdo.

Enderson Moreira vai precisar encontrar uma função para Juninho na transição. Ou o volante avança para se aproximar do Matheusinho pela direita ou fica na cobertura do Ceará.

Ernandes carece manter a produtividade nos passes certos e diminuir o número de errados.

Ele e Juninho, quando avançarem, precisam aumentar a eficiência nos cruzamentos e finalizações.

Renan Oliveira precisa chamar o jogo e ter poder de criação, finalização e decisão.

Luan necessita aumentar o número de passes e finalizações certas e minimizar os erros nos complementos das jogadas.

Além do primeiro combate, Bill deve exercer a função de pivô, abrir espaços para as infiltrações dos meias e volantes e preferencialmente ser um artilheiro decisivo.

David é opção para qualificar a troca de passes.

Norberto poderá ser alternativa para formar dupla com Ceará pela direita e o deslocamento do Matheusinho para o centro.

Hugo Cabral é opção de velocidade pelo lado esquerdo.

Provável time:
João Ricardo;
Ceará, Lima, Rafael Lima, Giovanni;
Juninho, Ernandes;
Matheusinho, Renan Oliveira, Luan;
Bill

Paysandu x América
sexta-feira, 21h30, Mangueirão
Vamos subir, Coelhô.
Acredita, América!

Marco Antônio, comentarista AMCE.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Mineiro Sub-20: Vitória sobre o Villa Nova e classificação para o Hexagonal

Os jogadores americanos mudaram a postura dentro de campo, nos dois últimos jogos da primeira fase do Mineiro Sub-20.

Jogaram com atitude vencedora, comprometimento e determinação no empate sem gols com o Cruzeiro e na vitória sobre o Villa Nova, por 2 a 1, no campo do adversário.

Se pelo menos houvesse esta força de vontade nos jogos anteriores, o Coelhãozinho terminaria mais bem colocado, na primeira fase do campeonato Mineiro.

Terminou em quinto lugar, com 18 pontos em 11 jogos. Cinco vitórias, três empates, três derrotas, 19 gols marcados e 9 sofridos.

O time do Villa Nova, que foi montado em menos de um mês para esta competição, ficou em quarto lugar.

Araxá espera o resultado do confronto entre Cruzeiro e Atlético para definir a colocação entre primeiro ou segundo lugar.

Apesar de o time de Nova Lima ter vencido o primeiro tempo, o jogo foi equilibrado nas oportunidades criadas e com mais posse de bola americana no campo adversário.

O gol do Villa Nova foi marcado aos 13 minutos, depois de um bate-rebate dentro da área.

Gabriel desperdiçou grande oportunidade de empatar, quando finalizou em cima do goleiro o rebote de uma finalização feita pelo Victor Emiliano.

No segundo tempo, o Coelhãozinho manteve a ofensividade, empatou com Emiliano, em cobrança de pênalti, e desempatou com Saulo, em cobrança de escanteio feita pelo Leo Lucas.

Embora a postura tenha mudado, ainda assim é preciso aprimorar a organização tática do time e a condição técnica dos jogadores.

O time americano apresentou falhas na saída de bola, na criação e finalização.

Faltou criar uma linha de três para começar a transição ofensiva e facilitar as subidas do Ronaldo e Michel.

Aliás, Ronaldo e Michel precisam avançar mais a fim de aproveitar o potencial ofensivo.

Victor Caetano, Rafael Batista e Zé Leandro são opções para formar este trio no início da saída de bola.

Mas Rafael Batista pareceu mais um terceiro zagueiro, sem demonstrar qualidade para executar a função de defender e atacar.

É bom destacar, que Euler Mota, que executava bem a função de primeiro volante, não foi aproveitado no profissional por ser considerado limitado no apoio.

Ou seja, o Rafael Lima precisa definir se é zagueiro ou volante que sai para o jogo.

Uma opção é o Rafael Batista disputar vaga na zaga, talvez com Zé Leandro.

Com mais dois volantes, Marcos Santana e Renan, faltou um meia-atacante na linha ofensiva de três, a fim de aumentar o poder de criação, finalização e decisão.

Victor Emiliano começou aberto pela beirada, depois centralizou e o lado direito ofensivo ficou pouco utilizado, devido a escalação de três volantes, sem nenhum deles ter ocupado o espaço pela direita.

Lucas Luan, Marcos Santana e Renan seriam opções para formar a dupla de volantes, com pelo menos um deles mais participativo na saída de bola e outro mais ofensivo.

Aliás, Lucas Luan também tem potencial para formar a linha de três meias, e merece a titularidade, na função de volante ou meia-atacante.

Felipinho, na direita, Leo Lucas, centralizado, e Victor Emiliano, pela esquerda, com bastante movimentação e troca de posição, são opções para formar a linha de três meias, mais a subida do Lucas Luan ou a entrada dele no lugar do Leo Lucas.

Leo Lucas também tem potencial, porém precisa ser mais objetivo, mais criativo, finalizador e marcador de gols. Renatinho Silva, que foi artilheiro nas categorias de base, foi pouco aproveitado no profissional.

Ainda Gabriel, Guilherme, Kennedy, Marcinho e Saulo pelos lados.

Para jogar mais avançado, Pilar, Marcinho e Guilherme.

Todos precisam ser mais finalizadores e decisivos.

Fisicamente, os atletas em formação das categorias de base acima do sub-15 precisam ser condicionados para suportar os 90 minutos, sem necessidade de substituição por cansaço.

Quanto mais jogarem o tempo todo, mais estarão preparados para superar possíveis condições adversas, administrar ou reverter um resultado.

Villa Nova 1 x 2 América
América:
Erick;
Ronaldo, Victor Caetano, Zé Leandro, Michel;
Rafael Batista, Marcos Santana (Felipinho, Lucas Luan) e Renan (Davi);
Victor Emiliano (Leo Lucas), Gabriel (Saulo);
Marcinho (Kennedy)
Técnico Fred Pacheco.
Gols: Victor Emiliano e Saulo.

Marco Antônio, comentarista AMCE.