segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Londrina 0 x 0 América-MG

Depois da confirmação do acesso contra o Figueirense (1 a 2), a manutenção da concentração, foco e determinação seria o primeiro desafio a ser superado.

Na vitória sobre o Juventude (1 a 0) e empate sem gols com Londrina, o time americano manteve o nível de comprometimento, em busca da conquista do título da competição.

O segundo desafio ainda é superar o limite do esgotamento físico.

Enderson Moreira novamente foi obrigado a modificar a escalação inicial e a lista dos relacionados  em cada partida.

Ainda assim, contra o Londrina, confronto entre o melhor ataque, o do adversário, e a defesa menos vazada, a americana, o espírito de guerreiros prevaleceu.

As chances mais perigosas criadas pelo adversário foram em lances de bola aérea.

Por mais bem posicionados que estejam os laterais Norberto e Pará e os volantes Juninho e Ernandes, fisicamente é impossível levar vantagem contra os adversários mais altos e com mais impulsão.

Aliás, aumentar a altura do setor defensivo deve ser um dos pontos de melhoria para a Série A de 2018.

No primeiro tempo, Pará participou de duas jogadas perigosas.

Na primeira, recebeu do Felipe Amorim, mas Dirceu cortou o cruzamento para Bill. Na segunda, cabeceou para fora o cruzamento preciso do Norberto.

No segundo tempo, Magrão apareceu mais para o jogo que Renan Oliveira, ao finalizar na trave e o obrigar o goleiro a defender uma finalização de pé direito.

Pará também finalizou com perigo de longa distância.

Felipe Amorim saiu por desgaste físico e Juninho estava sumido no jogo.

As opções de substituição para reforçar a marcação no meio-campo  eram Christian, Neto Moura e Willian.

Neto Moura teve baixo rendimento nos jogos anteriores.

Talvez a escolha do Willian, em vez do Christian, tenha sido para aumentar a altura na bola aérea.  defensiva.

O futebol coletivo competitivo, embora nem tanto combativo devido ao desgaste físico, Rafael Lima, melhor zagueiro da Série B, as defesas salvadoras do João Ricardo e principalmente Fernando Leal, que entrou durante o jogo, foram os destaques.

A recuperação física e preparação psicológica serão fundamentais para enfrentar o CRB, vencer o jogo e conquistar o título da Série B.

Dados Footstats:

posse de bola: 52 x 48
finalizações certas: 7 x 4
finalizações erradas: 9 x 6
cruzamentos certos: 11 x 2
cruzamentos errados: 19 x 17
lançamentos certos: 31 x 13
lançamentos errados: 27 x 33
escanteios: 7 x 6

João Ricardo: Uma defesa salvadora.

Norberto: Mais participativo na saída de bola e na marcação. Fez um cruzamento preciso, que Pará cabeceou para fora.

Roger: Demonstrou potencial de evolução. Do mesmo modo do Messias, quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar. Futuramente talvez seja opção para a função de volante. Ainda mais que na saída de bola são utilizados três jogadores, com recuo de um dos volantes, por exemplo Zé Ricardo, ou  do Norberto.

Rafael Lima: Melhor zagueiro da Série B.

Pará: Participativo no combate, produtivo no ataque, mas ineficiente nas finalizações e cruzamentos.

Juninho: Sem função na saída de bola e nas jogadas ofensivas. Acertou 25 passes, errou 6.

Ernandes: Participativo no jogo e no combate. Acertou 45 passe, errou 9.

Felipe Amorim: Principal ofensivo no primeiro tempo.

Renan Oliveira e Luan: Sem poder de criação, finalização e decisão.

Bill: Combativo, mas longe da área, sem assistências e cruzamentos para finalizar.

Fernando Leal: Três defesas salvadoras.

Willian: Pouco acrescentou.

Magrão: Mais produtivo que Renan Oliveira.

Enderson Moreira: Manteve a organização tática. Provavelmente Ruy não foi utilizado por não estar em condições físicas ideais. Se estivesse próximo dos 100% seria titular. Magrão colaborou na marcação e foi mais produtivo que Renan Oliveira. Quase marcou o gol da vitória em duas oportunidades. O campeonato é de resistência.

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Marco Antônio





sábado, 18 de novembro de 2017

Copa Centenário Feminina: Paraíso 0 x 7 América.

Apesar do horário das 13h, da grama sintética no campo do Pitangui e da goleada por 7 a 0, o primeiro tempo foi disputado, com oportunidades de gols das duas equipes.

As chances criadas pelo time do Paraíso foram por meio de lançamentos, mas as finalizações foram em jogadas de impedimentos ou depois de falta no último lance.

O América também jogou com proposta ofensiva, mas acertou poucas finalizações.

Aninha chutou no travessão e o primeiro gol saiu depois da assistência de Tábata para Aléxia infiltrar na grande área e colocar a bola no canto direito da goleira.

Na segunda etapa, o domínio americano foi bem mais amplo.

A disputa interna foi em relação ao gol mais bonito.

No segundo gol, Tábata driblou a zagueira e passou para Beiral finalizar.

Fernanda marcou o terceiro em chute de longa distância.

Beiral, avacoelhando geral, marcou o quarto, em chute potente no alto.

Tábata fez o quinto, por cobertura, na saída da goleira.

Duda, da entrada da área, acertou uma bomba no ângulo.

Aninha fechou a goleada em chute cruzado, mas se jogasse mais avançada, sem recuar tanto na recomposição, poderia ter finalizado mais vezes e marcado mais gols porque tem alto poder de finalização.

A participação do América na Copa Centenário contribuiu para a valorização e divulgação do futebol feminino, que ainda carece de apoio estrutural, patrocinadores e presença maior do público.

América:
Camila;
Aléxia, Fernanda, Mariana, Patrícia;
Bruna Rebelde, Nathália, Aninha;
Ana Flávia, Beiral, Tábata
Técnico Victor Alberice,
Amanda, Daniela Bruna, Duda e Manoela entraram durante a partida.
Gols: Aléxia, Beiral avacoelhando geral (2), Fernanda, Tábata, Duda e Aninha.


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Marco Antônio


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Pré-jogo Londrina x América-MG

Vamos torcer pro Coelho ser campeão.

Na goleada sobre o Juventude por 1 a 0, a concentração, o foco e determinação dos jogadores foram preservados apesar de o time americano estar no limite do desgaste físico.

Será preciso jogar com o coração para vencer o Londrina, que ainda busca vaga no G4 e provavelmente jogará com proposta ofensiva.

Ainda assim, os comandados do Enderson Moreira deverão buscar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar com a máxima eficiência, além de contar com a presença do acaso, para conquistar mais três pontos e o título do campeonato.

Messias é desfalque certo; Rafael Lima, dúvida; Giovanni, saiu durante o último jogo; Felipe Amorim, nem jogou contra o Juventude e Ruy parece não ter condições para suportar dois tempos.

Norberto deve ser o único pré-confirmado, na primeira linha defensiva.

Lima e Róger são opções de substitutos do Messias ou para formar a dupla de zagueiros.

Giovanni, além de aumentar a altura defensiva, também tem potencial para avançar.

As opções para dupla de volantes são Ernandes, Juninho e Zé Ricardo.

O combativo Juninho precisa ser mais participativo na saída de bola e nas jogadas ofensivas.

Os três volantes necessitam ser mais finalizadores.

Na linha ofensiva dos três meais, o mais próximo do ideal seria Felipe Amorim, Ruy e Luan ou Magrão, com Bill ou Edno mais avançado.

Aparentemente, Magrão está mais bem preparado fisicamente do que Luan, e Renan Oliveira mais que Ruy, porém Ruy procura mais o jogo que Renan.

Renan Oliveira está com baixo poder de criação, finalização e decisão.

O poder de decisão do Bill vai depender do posicionamento ofensivo do centroavante e das assistências e cruzamentos recebidos.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Róger, Rafael Lima (Lima), Giovanni (Pará);
Zé Ricardo (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy (Renan Oliveira), Luan (Magrão);
Bill (Edno)

Londrina x América
sábado, 17h, Estádio do Café
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!

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Marco Antônio


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

América-MG 1 x 0 Juventude

O primeiro dos trés desafios para o América conquistar o título da Sére B foi superado.

Na vitória sobre o Juventude, o time americano manteve a atitude vencedora, o  espírito competitivo e  o foco a fim de conquistar mais três pontos. 

Mas sem Felipe Amorim, faltou agressividade pelo lado direito.

Renan Oliveira, centralizado, e Luan, na ponta esquerda, tiveram pouco poder de criação e finalização.

A ofensividade americana aumentou no segundo tempo, depois da entrada do Ruy e do posicionamento avançado do Pará.

Pará fez o cruzamento que originou o gol contra e finalizou duas vezes com perigo.

Destaque para a evolução do Ernandes, que novamente aumentou o número de passes certos (55) e manteve baixo o de errados (6).

Dados Footstats:

posse de bola: 48 x 52
finalizações certas: 4 x 3
finalizações erradas: 9 x 6
cruzamentos certos: 7 x 4
cruzamentos errados: 16 x 22
lançamentos certos: 9 x 12
lançamentos errados: 26 x 19
escanteios: 7 x 3

João Ricardo: Uma defesa salvadora.

Norberto: Mais participativo na saída de bola do que nas ultrapassagens.

Messias e Rafael Lima: A melhor dupla de zaga da Série B manteve a segurança defensiva.

Giovanni: Poderia ter sido mais ofensivo.

Juninho: Combativo, mas sem função no início da transição e na criação. Acertou 29 passes, errou 3.

Ernandes: Acertou 55 passes, errou 6.

Neto Moura: improvisado na função de meia-atacante de lado, foi mais combativo que ofensivo.

Renan Oliveira: Precisa chamar a responsabilidade na criação, finalização e decisão.

Luan: Competitivo. Carece aumentar o índice de aproveitamento nos passes.

Bill: Combativo, mas sem poder de decisão.

Ruy: Aumentou a força ofensiva.

Pará: Participativo no ataque.

Roger: Sem tempo

Enderson Moreira: Manteve a organização tática, competitividade e postura ofensiva.

América
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima (Roger) e Giovanni (Pará);
Juninho, Ernandes;
Neto Moura (Ruy) e Renan Oliveira, Luan;
Bill
Técnico: Enderson Moreira

Juventude:
Matheus Cavichiolli:
Bruno Ribeiro, Micael, Mauricio e Pará;
Mateus Santana, Diego Felipe, Juninho (Iago) e Wallacer (Caprini);
João Paulo (Wesley Natã) e Ramon
Técnico: Antônio Carlos Zago
Gol: Maurício (contra)

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Marco Antônio

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Mineiro Feminino: América 5 x 0 Athletic

Na partida de volta da semifinal do Mineiro Feminino, o controle do jogo foi do time americano.

Desde o início da partida, as americanas jogaram com proposta ofensiva, criaram oportunidades para abrir o marcador e até ampliar o placar, no primeiro tempo.

Thayane, centralizada, mas recuada, Isadora e Carol, avançadas pelos lados formaram o trio ofensivo, transformado em quarteto, com a aproximação da Aninha.

Apesar das chances criadas, principalmente pelas ponteiras Isadora e Carol, inclusive finalização na trave da Carol, o primeiro tempo terminou 1 a 0, gol da Aninha, em chute de fora da área.

Dentro da área, a tomada de decisão entre passar ou finalizar precisa ser mais eficiente.

O segundo gol americano foi praticamente uma roubada de bola da Isadora e um presente para Carol finalizar.

Depois desse gol, o domínio americano foi completo.

Beiral, avacoelhando geral, marcou o terceiro, em conclusão dentro da pequena área, e o quarto, em cobrança de pênalti sofrido pela Patrícia.

O quinto gol foi contra, após cobrança de falta da Aninha.

Aliás, uma jogadora com o poder de finalização da Aninha deveria ser essencialmente ofensiva, na função de meia-atacante centralizada, próxima da grande área, sem necessidade de recuar tanto
e desperdiçar energia na marcação, no campo de defesa americano.

O Athletic criou três situações perigosas, durante os 90 minutos. Na primeira, Dodô cabeceou antes da saída de Camila, em uma bola espirrada. Camila também defendeu uma bola rebatida com perigo dentro da área, e no segundo tempo, espalmou uma cobrança de falta em chute de longa distância.

América:
Camila;
Patrícia, Fernanda, Sandra, Daniela (Fran);
Bruna Rebelde (Duda), Nathália, Aninha;
Isadora (Lilian), Thayane (Beiral), Carol.
Técnico Victor Alberice

Gols: Aninha, Carol, Beiral (2) e gol contra.


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Marco Antônio

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Pré-jogo: América-MG x Juventude

Faltam três rodadas decisivas para o Coelhão buscar o título da Série B.

Depois da conquista do acesso antecipado para a primeira divisão, manter o alto nível de concentração, o foco e a determinação são os novos desafios dos comandados do Enderson Moreira.

Desgaste mental, físico e falta de tempo para treinar também serão condições adversas na partida decisiva contra o Juventude.

Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni formarão a primeira linha defensiva, na recomposição.

Na saída de bola, Norberto, Messias e Rafael Lima.

As opções para formar a dupla de volantes são Ernandes, Juninho e Zé Ricardo.

Juninho apareceu para o jogo contra o ABC, mas foi menos produtivo contra o Figueirense.

Zé Ricardo participa da saída de bola, com Messias e Rafael Lima, e libera Norberto para ser mais ofensivo.

A linha defensiva-ofensiva dos três meias deverá ser Felipe Amorim, Renan Oliveira e Luan.

Felipe Amorim é o mais agudo. Carece ser mais decisivo, porém não treinou devido ao desgaste físico.

Renan Oliveira está sem poder de criação, finalização e decisão. Precisa chamar mais a responsabilidade de comandar o ritmo do jogo.

Ruy é opção de substituição, mas está em processo de recuperação física.

Se Luan estiver bem condicionado fisicamente, poderá ser bastante competitivo, finalizador e decisivo.

Neto Moura na função de meia-atacante pelo lado direito, com Felipe Amorim pela esquerda, é uma das alternativas de reposição.

Outra opção é o deslocamento do Ernandes para formar dupla com Giovanni pelo lado esquerdo e a entrada de um volante.

Ainda Edno pelo lado ou de centroavante.

Apesar de Bill ser o responsável pelo primeiro combate, deveria jogar mais avançado para ter mais oportunidades de conclusão.

Rubens deve ser alternativa ofensiva.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Renan Oliveira (Ruy, Edno), Luan (Neto Moura);
Bill

América x Juventude
terça-feira, 21h30, Arena do Coehão
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!

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Marco Antônio

domingo, 12 de novembro de 2017

Figueirense 1 x 2 América-MG

A regularidade americana predominou no campeonato de resistência do Brasileirão.

O poder do futebol coletivo, competitivo e combativo do time americano foi recompensado com a confirmação antecipada do acesso para a primeira divisão e a liderança da Série B.

A definição do modelo de jogo planejado pelo Enderson Moreira foi absorvida pela equipe.

Na maioria dos jogos, prevaleceu a organização tática, a consistência defensiva e a pretensão ofensiva.

Embora cada partida seja decisiva no campeonato de pontos corridos, o jogo contra o Figueirense será o representante da conquista do acesso, por isto o resultado da campanha reflete o desempenho neste confronto e deve ser bastante valorizado.

Parabéns para todos os envolvidos pela conquista do primeiro objetivo.

A próxima meta será vencer o próximo jogo, contra o Juventude, terça-feira, na Arena do Coelhão, e ficar mais próximo da conquista do título.

O Coelhão voltou. Está se acostumando a ficar menos tempo sem disputar a Série A.

Figueirense:
Saulo;
Dudu, Ferreira (Henrique Trevisan), Naylhor e João Lucas;
Zé Antônio, Dudu Vieira, Marco Antônio (Joãozinho);
Renan Mota, Jorge Henrique, André Luís (Henan)
Técnico: Milton Cruz

América:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Juninho, Ernandes;
Felipe Amorim (Rubens), Renan Oliveira (Zé Ricardo) e Magrão;
Bill (Edno)
Técnico: Enderson Moreira

GOLS: Rafael Lima, Jorge Henrique e Giovanni

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Marco Antônio