sexta-feira, 23 de junho de 2017

América-MG: Pré-jogo Luverdense

A organização tática e modelo de jogo devem ser feitos com a repetição. Ainda assim, apesar das seguidas mudanças, o América, na maioria dos jogos, manteve a consistência defensiva e proposta ofensiva.

O principal defeito está na baixa efetividade nas finalizações. Oportunidades foram criadas, mas desperdiçadas.

Depois do jogo fora de casa contra o Oeste no sábado, a equipe se reapresentou na segunda-feira de manhã e foi para a concentração para o jogo de terça-feira contra o Santa Cruz.

Após a vitória sobre o Santa Cruz, os jogadores viajaram na quarta-feira para Cuiabá.

Na quinta-feira, participaram de um rachão pela manhã e na parte da tarde foram para Lucas do Rio Verde.

O time que iniciou contra o Santa Cruz foi diferente do que começou contra o Oeste, devido a lesão do Norberto e o cansaço do Willian.

A formação inicial para enfrentar o Luverdense será diferente das duas anteriores. Bill está suspenso.

Três jogos seguidos, sem tempo para treinar e cada jogo com formações diferentes, com titulares que ainda não jogaram juntos.

Situações parecidas também aconteceram com outros clubes. Talvez por isso, o campeonato esteja embolado.

Deste modo, a execução vai depender mais do comprometimento, determinação e capacidade de superação dos jogadores americanos.

Na condição de mandante, o adversário está invicto. Uma vitória e três empates.

Christian, Messias, Rafael Lima e Ernandes deverão formar a primeira linha defensiva.

William e Zé Ricardo, a dupla de volantes.

Zé Ricardo deverá participar da saída de bola, com Messias e Rafael Lima, quando a linha fica reduzida para três no início da transição ofensiva.

O ideal seria um lateral de origem, porque o potencial do Christian é noutra função, no meio-de-campo.

Ernandes não comprometeu na função de volante, mas Willian apesar de desarmar pouco, é mais produtivo e erra menos que Pará.

Na linha de três meias, o dilema continua.

Luan, fora de forma, rendeu pouco pela direita e esquerda.

Apesar de criticado, Felipe Amorim, ainda é o que mais de adaptou no lado direito.

Mike foi participativo contra o Santa Cruz, mas precisa ser mais definidor.

A potencialidade ofensiva do Hugo Cabral deveria ser usada na esquerda. Mesmo assim, com mais simplicidade e acertos nos complementos das jogadas.

Hugo Cabral, Luan e Magrão deveriam disputar uma posição. Seria um facilitador para evitar o desgaste, porque o trio apresentou problemas físicos.

Matheusinho e Renan Oliveira são opções de meia centralizado e pela direita.

Vale a pena repetir: O sub-20 Matheusinho pode, mas não deve ter a responsabilidade de ser o principal articulador do time. É atleta em formação para começar a ficar pronto antes dos 23 anos, no segundo passo da transição profissional. Ainda está no primeiro passo, antes de completar 20 anos.

O experiente Renan Oliveira é que precisa chamar a responsabilidade para justificar a permanência na equipe.

Hugo Almeida, Hugo Cabral e Rubens são opções de centroavante.

David e Neto Moura, sem tempo para treinar, devem apenas se ambientar com os novos companheiros e só entrar em caso de situação emergencial.

Ausentes: Norberto, Giovanni, Juninho, Blanco, Ruy, Marion. Talvez Lima e Magrão.

Provável time:

João Ricardo;
Christian, Messias, Rafael Lima, Ernandes;
William, Zé Ricardo;
Felipe Amorim ou Mike, Matheusinho ou Renan, Hugo Cabral ou Luan ou Magrão;
Hugo Almeida ou Hugo Cabral ou Rubens.

Esboço do pré-jogo contra Brasil de Pelotas.

Depois dessa sequência de jogos em poucos dias, Enderson Moreira terá mais tempo para treinar e para a recuperação dos jogadores, antes do jogo contra o Brasil de Pelotas.

Provavelmente, na décima primeira rodada, pela primeira vez durante a competição, poderá começar a buscar pela melhor formação com a maioria dos jogadores disponíveis.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

América-MG 1 x 0 Santa Cruz

O América superou as condições adversas de desfalques, sequência de jogos em poucos dias e campanha irregular, e conquistou importante vitória dentro de casa sobre o Santa Cruz.

Entrosar um time com contratações feitas durante a competição é complicado.

A complicação aumenta, quando alguns considerados titulares são desfalques e outros ainda estão fora de forma física.

Ainda assim, o domínio do América foi quase total.

A posse de bola ficou equilibrada, mas foram 18 finalizações pró e só três contra, o que comprova a proposta ofensiva do Coelhão.

No primeiro tempo, Bill recebeu um lançamento do Zé Ricardo e tocou por cobertura.

Renan Oliveira, Luan e Christian finalizaram com perigo de longa distância.

Um gol aumentaria a tranquilidade.

Na segunda etapa, Hugo Cabral pela esquerda aumentou a ofensividade americana, porém parece que a ansiedade dos jogadores americanos prejudicou a troca de passes e o momento de decisão entre passar e chutar.

Pará e Hugo finalizaram perto do gol.

Matheusinho, que não deve ter a responsabilidade de decidir, foi decisivo.

Avacoelhando os zagueiros adversários  partiu com a bola dominada e perto da entrada da área finalizou com força e precisão.

Numa assistência do Mike, Bill chutou em cima do goleiro.

Valeu pelos três pontos, mas a efetividade ofensiva precisa ser mais alta.

A baixa produtividade ofensiva pelo lado direito continuou.

João Ricardo: Nenhuma defesa

Christian: Improvisado na lateral, defendeu e apoiou. Fez uma finalização de fora da área.

Messias e Rafael Lima: Mantiveram a segurança defensiva

Pará: Acertou dois cruzamentos e errou oito. Uma finalização e uma cabeçada perigosas no segundo tempo.

Ernandes: Participativo na marcação e troca de passes

Zé Ricardo: Participativo na saída de bola, no combate e distribuição das jogadas. Fez um lançamento para Bill, dentro da área, finalizar para fora.

Hugo Cabral: Foi mais agressivo pelo lado esquerdo. Perdeu oito vezes a posse de bola, acertou dois cruzamentos e errou 4. Uma finalização certa e três erradas. A potencialidade deve ser usada pela esquerda.

Renan Oliveira: Uma finalização certa no primeiro tempo. Pouco para quem deveria ser o principal articulador do time. Precisa chamar mais a responsabilidade de ser decisivo.

Luan: Fora de forma rendeu menos do que pode render. Uma finalização certa. Acertou 13 passes e errou 13. Perdeu seis vezes a posse de bola. Deveria disputar posição com Hugo e Magrão pelo lado esquerdo.

Bill: Desperdiçou três oportunidades dentro da área.

Matheusinho: Supereficiente na finalização que decidiu o jogo. Ao contrário de 2016, deve jogar avançado, centralizado e com movimentação constante, sem recompor tanto pelo lado, igual fez no ano passado.

Mike: Uma assistência para Bill finalizar em cima do goleiro.

Enderson Moreira: Apesar de buscar a formação ideal durante a competição, o time manteve a consistência defensiva e proposta ofensiva. Precisa encontrar uma melhor solução para o lado direito ofensivo.

AMÉRICA 1 X 0 SANTA CRUZ

América
João Ricardo;
Christian, Messias, Rafael Lima e Pará (Willian);
Zé Ricardo, Ernandes;
Hugo Cabral, Renan Oliveira (Matheusinho), Luan (Mike);
Bill
Técnico: Enderson Moreira

Santa Cruz
Julio Cesar;
Nininho (Kelvy), Jaime, Bruno Silva e Roberto;
Elicarlos, Thiago Primão;
Léo Lima, André Luís (João Paulo) e Bruno Paulo;
Halef Pitbull (Augusto)
Técnico: Adriano Teixeira

Gol: Matheusinho

terça-feira, 20 de junho de 2017

América-MG: Pré-jogo Santa Cruz

Montar a equipe e buscar a melhor formação do time durante a competição são processos bastante complicados.

Sem tempo para treinar, com desfalques, e desgaste provocado pela sequência de jogos e viagens, a atitude vencedora, determinação e execução vão depender mais do comprometimento e espírito de guerreiros dos jogadores.

Momento dos mais experientes, liderados pelo Rafael Lima, chamarem a responsabilidade e comandarem o time dentro de campo.

A improvisação do Christian na lateral evidencia a necessidade e demora de contratar outro jogador para a posição.

Marcelinho poderia ter sido testado durante o Mineiro. No mínimo, teria produzido o mesmo de Auro e Alex Silva, além do custo ser menor.

Messias, Rafael Lima e Ernandes vão completar a primeira linha defensiva.

Giovanni ainda não estreou e Pará não justificou a contratação.

Willian, que precisa combater mais de perto, e Zé Ricardo formarão a dupla de volantes.

Renato Bruno não teve oportunidades.

Zé Ricardo deverá participar da saída de bola, com Messias e Rafael Lima.

Talvez seja mais interessante, Willian jogar recuado e Zé Ricardo mais avançado, igual jogava na base.

Na linha de três meias, o dilema de quem escalar continua.

Luan, fora de forma, rendeu pouco pela direita e esquerda.

Apesar de criticado, Felipe Amorim, ainda é o que mais de adaptou no lado direito.

A potencialidade ofensiva do Hugo Cabral deveria ser usada na esquerda. Mesmo assim, com mais acertos nos complementos das jogadas.

Matheusinho e Renan Oliveira são opções de meia centralizado e pela direita.

Vale a pena repetir: O sub-20 Matheusinho pode, mas não deve, ter a responsabilidade de ser o principal articulador do time.

O experiente Renan Oliveira é que precisa chamar a responsabilidade para justificar a permanência na equipe.

Bill é centroavante dependente dos cruzamentos e assistências para finalizar.

Desfalques:

Norberto, Lima, Giovanni, Juninho, Blanco, Marion, Ruy e Magrão.

Será que é um número excessivo ou está dentro da normalidade?

Provável time:

João Ricardo;
Christian, Messias, Rafael Lima, Ernandes;
Willian e Zé Ricardo;
Luan (Felipe Amorim, Matheusinho, Renan Oliveira), Matheusinho (Renan Oliveira), Hugo Cabral (Luan);
Bill

Copa BH Feminina: América 13 x 0 Recanto Azul

O América Feminino utilizou formações diferentes em cada tempo, na vitória sobre Recanto Azul.

Nos dois tempos, houve total domínio da partida e os 12 gols marcados foram em jogadas de infiltração ou complemento dentro da área. Teve mais um de pênalti.

No primeiro tempo, Nathália, que mais avançada,  marcou dois, Beiral três e Tábata um.

Aninha, pelo potencial ofensivo, poder de finalização e decisão, deveria ter jogado mais avançada a fim de também finalizar dentro e fora da área.

Apesar de Nathália ter marcado dois gols, um de pênalti e outro de finalização dentro da área, o segundo gol dela foi dado para Bruna Rebelde.

Na segunda etapa, Rayane demonstrou presença de área e potencial de artilheira, ao marcar três gols, mas na súmula também foi anotada como autora do gol contra feito pela adversária. Tábata, Bia e Ana Vitória completaram a goleada.

Nathália ainda desperdiçou um pênalti e o gol da Bia foi em jogada normal, ao contrário do anotado na súmula, não foi de pênalti.

A incansável Rosinha foi superparticipativa na defesa e no ataque.

América:
Rosinha, Fernanda (Bia), Mariana, Lo;
Bruna Rebelde (Rayane);
Aninha (Hingredy), Daniela Bruno;
Nathália (Duda);
Beiral (Patrícia) e Tábata (Ana Vitória)
Técnico: Victor Alberice

Nesta quarta-feira pelo Brasileiro A2, América e Aliança se enfrentam, às 19h30, em Goiânia. Provavelmente com a presença do Adilson Heleno e Maurílio na arquibancada.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sub-20: América 0 x 0 Figueirense

O empate sem gols entre América e Figueirense foi parecido com o jogo contra o Oeste pelo profissional.

Dentro do Lanna Drumond, faltou capacidade para o time americano controlar o jogo.

Nos poucos ataques ocorridos no primeiro tempo, a escolha foi dar um passe a mais para o lado, em vez de finalizar de longa distância ou fazer a infiltração  na área.

No segundo tempo, novamente depois da entrada do Lucas Luan e do Victor Emiliano, houve uma pequena melhora na distribuição das jogadas.

Quase no fim do jogo, Lucas Luan acertou a única finalização perigosa defendida pelo goleiro.

Foram poucas triangulações pelos lados, erros nos poucos cruzamentos realizados e sem nenhuma jogada de infiltração com a bola dominada.

No um contra um a obrigação deve ser o drible e partir pra cima.

Vitinho pareceu ter potencial de velocidade para ser explorado.

Pilar, em vários momentos, ficou longe da área, sem ser o centroavante referência.

Lucas Luan e Victor Emiliano deveriam ter começado entre os titulares, formando o meio com Leo Lucas e Marcos Santana. Poderia ser uma linha de três, com um deles recuado, ou uma linha de quatro, com um volante mais fixo.

Aliás, as constantes substituições de alguns considerados titulares durante as partidas precisa ser repensada.

Apesar de atletas em formação, precisam ser preparados para jogar os 90 minutos, superar condições adversas e demonstrar poder de reação.

O poder de decisão em marcar os segundos gols nos jogos também deve ser analisado.

América:
Alex;
Gabriel (Victor Emiliano), Luis Henrique, Rafael Batista, Michel (Diego);
Renan (Lucas Luan), Kennedy (Erivelton Milke);
Marcos Santana, Leo Lucas (Davi);
Pilar e Saulo (Vitinho)

Oeste 0 x 0 América

Faltou capacidade para o time americano se impor sobre o adversário, fazer a proposta de jogo, criar e aproveitar oportunidades.

O empate entre América e Oeste foi bastante equilibrado, mas de baixo nível técnico.

Os dois times praticamente se igualaram na quantidade de posse de bola, finalizações, passes, cruzamentos, lançamentos e desarmes.

A padronização de utilizar três jogadores na saída de bola e a distribuição básica do 4-2-3-1 foram repetidas pelos americanos.

No primeiro tempo, a jogada mais perigosa do adversário foi uma bola aérea dentro da área, finalizada para fora.

A primeira e única finalização certa do América foi do Bill, aos 41 minutos.

Aos 45, Bill finalizou para fora, quando a melhor opção era Matheusinho, livre na entrada da área.

No segundo tempo, Oeste teve mais chances de marcar: Bill recuado cortou uma finalização. João Ricardo salvou outra e Erick Luis chutou para fora uma terceira oportunidade.

Pelo lado americano, Hugo Cabral, dentro da área pelo lado esquerdo, e Christian, na entrada da área, acertaram finalizações.

Messias, nas rebatidas, e Zé Ricardo, na saída de bola e troca de passes, foram os americanos mais participativos.

A linha de três meias, inicialmente com Luan, Matheusinho e Hugo Cabral, depois, com Hugo Cabral, Renan Oliveira e Magrão, teve pouca criatividade e poder de finalização.

No primeiro tempo, Luan jogou pela esquerda e Hugo pela direita e foram improdutivos.

No início do segundo tempo, Luan foi para a direita e Hugo para esquerda.

A melhor jogada do Hugo foi pela esquerda, quando finalizou dentro da área.

Essa indefinição de adaptação no lado direito prejudicou o rendimento do Hugo, que parece render mais pela esquerda.

Luan, mal preparado fisicamente, não rendeu nem na direita nem na esquerda.

Lateral direito reserva, meia-atacante ou atacante pelo lado direito e meia centralizado criativo e com poder de finalização ainda são posições carentes.

João Ricardo: Uma defesa no segundo tempo.

Christian: Improvisado na lateral, não tem as características de buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos precisos, mas demonstrou na troca de passes, marcação e finalização, que tem condições de ser titular no lugar do Willian, na função de volante.

Messias e Rafael Lima: Garantiram a segurança defensiva.

Ernandes: Combativo, mas limitado no apoio.

Willian: Combativo, mas limitado no apoio.

Zé Ricardo: Desarmou, participou da saída de bola e tentou apoiar.

Matheusinho e Renan Oliveira: Pouco produziram. Um é sub-20. O outro foi contratado para chamar a responsabilidade, mas oscila igual ou mais que um sub-23.

Luan: Nada produziu nem na direita nem na esquerda. Precisa melhorar o condicionamento físico.

Hugo Cabral: Finalização mais perigosa quando estava pela esquerda. Deveria jogar mais por este lado e ser mais preciso nos cruzamentos.

Bill: Uma finalização certa e quatro erradas. Precisa melhorar o preparo físico e receber mais assistências e cruzamentos para finalizar.

Magrão: Pouco acrescentou. Acertou 10 passes, errou 6. Acertou 1 cruzamento, errou 4.

Enderson Moreira: Não encontrou um jogador mais participativo que Felipe Amorim pela direita nem um meia centralizado para chamar a responsabilidade de comandar o ritmo do time. Norberto fez falta por ser lateral de origem. Na esquerda, está a espera do Giovanni. Deve repensar a escalação do Willian.

OESTE 0 x 0 AMÉRICA

OESTE:
Rodolfo;
William Cordeiro, Joilson, Leandro Amaro e Ricardinho;
Lídio, Velicka (Fernando Aguiar), Júlio César e Alexandro;
Danielzinho (Raphael Luz) e Erick Luis (Gabriel Vasconcelos).
Técnico: Roberto Cavalo.

AMÉRICA:
João Ricardo;
Norberto (Christian), Messias, Rafael Lima, Ernandes;
Willian, Zé Ricardo;
Luan (Magrão), Matheusinho (Renan Oliveira),Hugo Cabral;
Bill
Técnico: Enderson Moreira.

sábado, 17 de junho de 2017

América-MG: Pré-jogo Oeste

Parece fácil, mas talvez não seja. Oeste está invicto em casa. Na condição de mandante, conquistou 7 pontos. Duas vitórias e um empate. Como visitante, empatou três jogos e perdeu um.

Mesmo assim, o time americano precisa se impor, evitar os erros cometidos fora de casa, no empate com Náutico e na derrota para o Vila Nova, e ampliar os acertos ocorridos contra o Criciúma, a fim de conquistar os três pontos.

Também é possível jogar mal e vencer, mas as possibilidades de vitória serão maiores se a regularidade for mantida durante a competição.

O acaso ainda poderia prevalecer para facilitar a vitória.

Norberto, Messias e Rafael Lima são os titulares da primeira linha defensiva.

Noberto com a função de atacar e defender com intensidade.

Um dos volantes necessita fazer a cobertura para Messias não ficar exposto no contra-ataque.

Ernandes, até no setor defensivo, rendeu pouco contra o Inter. No apoio é limitado. Deveria guardar posição para o meia-atacante ofensivo pelo lado esquerdo não precisar recompor tanto.

Giovanni, caso esteja recuperado, é opção para lateral esquerda.

Willian corre muito, mas desarma pouco. Precisa combater mais de perto, marcar o adversário em vez de marcar a bola.

Caso Zé Ricardo esteja recuperado fisicamente, será um dos volantes.

Christian, que é merecedor da titularidade, ao lado do Zé Ricardo, deve ser opção do Enderson Moreira.

Na linha de três meias, o lado direito e o meia centralizado são posições preocupantes.

Felipe Amorim é o que mais se adapta no lado direito. Renato Bruno, improvisado, ainda não foi utilizado nessa função.

Luan e Hugo Cabral preferem atuar, e poderão render mais, pelo lado esquerdo.

Magrão também rende mais pela ponta esquerda.

O sub-20 Matheusinho pode, mas não deve, ter a responsabilidade de ser o principal articulador do time.

O experiente Renan Oliveira é que precisa chamar a responsabilidade para justificar a permanência na equipe.

Bill, recuado, atuou bem no segundo tempo contra o Inter, porém carece ser o artilheiro decisivo.

Provável time:

João Ricardo;
Noberto, Messias, Rafael Lima, Ernandes (Giovanni);
Zé Ricardo, Willian (Christian);
Hugo Cabral (Felipe Amorim), Matheusinho ou Renan Oliveira, Luan (Magrão);
Bill