domingo, 23 de julho de 2017

América 4 x 2 Figueirense

Embora seja um campeonato de resistência, em que o mais importante é terminar entre os quatro primeiros colocados, o Coelhão avacoelhou geral no Brasileirão e conquistou a liderança na 16ª rodada da competição,

A vitória sobre o Figueirense, principalmente pelo desempenho no primeiro tempo, foi bastante convincente.

Ainda foi prejudicado pela arbitragem no segundo tempo. .

Na primeira etapa, os comandados do Enderson Moreira, com mudanças constantes no posicionamento ofensivo, triangulações pelos lados e eficiência nas finalizações, foram avassaladores.

A jogada do primeiro gol começou no lado esquerdo, numa triangulação entre Giovanni, Matheusinho e Bill, que fez um lançamento para Norberto infiltrar na grande área e finalizar de pé esquerdo.

O segundo gol começou com um chapéu do Matheusinho sobre o adversário, triangulação com Bill e Ruy, e assistência do Matheusinho para Luan empurrar para o gol.

Nos primeiros 25 minutos foram sete finalizações do América contra duas do adversário.

No terceiro gol, a triangulação começou na esquerda com Luan e Bill, que tocou para Ruy finalizar.

Matheusinho ainda arrancou pelo centro e tentou repetir no profissional as jogadas verticais que fazia na base e terminava em gol.

Posse de bola: 51% x 49%

Finalizações: 8 x 2

Finalizações certas: 3 x 0

No início do segundo tempo, Matheusinho fez cruzamento para Luan, mas o zagueiro cortou para fora.

Depois o time americano diminuiu o ritmo ofensivo e ficou desatento na defesa, setor mais consistente do time durante o campeonato.

Em cobrança de escanteio, a bola sobrou para Luidy, livre de marcação na pequena área, errar a conclusão.

O jogador que estava na barreira da cobrança de escanteio demorou a sair da posição e deu condições para Luidy.

No primeiro gol do Figueirense também houve falhas coletivas.

Norberto rebateu com pouca força, Messias talvez tenha errado o tempo de bola, e João Ricardo, talvez por estar acostumado com as rebatidas precisas do Messias, aceitou a finalização do Nicolas Careca.

O jogo ficou um pouco mais equilibrada, ainda assim, com superioridade americana.

A jogada do quarto gol começou no lançamento do Zé Ricardo para Bill, disputar com o goleiro e chutar para fora.

Neste lance, o goleiro fez falta fora da área do Bill, deveria ter levado o vermelho e não foi escanteio.

Na cobrança perfeita do David, Messias fechou a goleada.

Aliás, devido a um pênalti inexistente aos 47 do segundo tempo, o resultado deixou de ser goleada.

Apesar de Bill, Matheusinho, Norberto, Ruy e Zé Ricardo terem se destacaram, Enderson Moreira, merecidamente, foi escolhido o melhor do confronto pela Itatiaia.

A ideia de jogo implantada pelo Enderson foi completamente absorvida pela equipe.

O futebol coletivo prevalece.

Logicamente, que a execução depende da capacidade dos jogadores. As vezes com menos acertos, as vezes com mais eficácia.

O grupo está fechado. Juntos são mais fortes.

Posse de bola: 49 x 51
Finalizações certas: 7 x 4
Finalizações erradas: 6 x 5

João Ricardo: A participação mais importante foi quando abafou a finalização do Luidy. O primeiro gol sofrido poderia ter sido evitado.

Norberto: Defendeu e atacou em alta intensidade. Marcou o primeiro gol em infiltração dentro da área.

Messias e Rafael Lima: Mantiveram a segurança defensiva, apesar de Messias ter perdido o tempo da bola no primeiro gol.

Giovanni: Aumentou a garantia na defesa e as triangulações pelo lado esquerdo ofensivo.

Zé Ricardo: Dois passes errados, 33 certos, um lançamento certo para Bill dividir com o goleiro, uma finalização. Só faltou o gol para se consagrar ainda mais.

Ernandes: Bastante participativo no combate.

Matheusinho: Participou das jogadas dos dois primeiros gols, 23 passes certos, só um errado. Faltou o gol quando partiu pra cima da defesa adversária.

Ruy: Participou do segundo gol e fez o terceiro.

Luan: Em processo de evolução, participou do terceiro gol, marcou o segundo, perdeu menos vezes a posse de bola e errou menos passes.

Bill: Não marcou gol, mas fez duas assistências para gols, participou da jogada do segundo e da que originou o quarto. Também em evolução com a sequência de jogos.

David: Mais avançado na posição de meia de ligação. Bateu com perfeição o escanteio do gol do Messias.

Mike e Hugo Almeida: Pouco acrescentaram

Enderson Moreira: O América manteve a organização tática, consistência defensiva e proposta ofensiva, principalmente no primeiro tempo. No segundo, o ritmo diminuiu e a desatenção aumentou.

AMÉRICA 4 x 2 FIGUEIRENSE

América
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Zé Ricardo, Ernandes;
Matheusinho (Mike), Ruy (David), Luan
Bill (Hugo Almeida)
Técnico: Enderson Moreira

Figueirense
Saulo;
Dudu Vieira, Marquinhos, Ferreira e Juliano;
Zé Antônio, Pereira (Luidy) e Renan Mota;
Robinho (Indio), Walterson (Nicolas Careca);
Henan
Técnico: Marcelo Cabo

Gols: Norberto, Luan, Ruy e Messias

quinta-feira, 20 de julho de 2017

América-MG: Pré-jogo Figueirense

Consistência defensiva, futebol coletivo, organização tática e postura ofensiva, dentro ou fora de casa, são os principais destaques do América nesta série B.

A tendência contra o Figueirense deve ser a repetição desses fatores, preferencialmente com maior produtividade no ataque e eficiência nas finalizações. .

Christian, Pará e Renan Oliveira são os desfalques.

Quando o modelo de jogo está definido, os comentários pré-jogo também são quase parecidos.

Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni devem formar a primeira linha defensiva.

Giovanni pareceu ser um lateral esquerdo produtivo ofensivamente. Ele e Norberto precisam intensificar o defender e atacar nos dois tempos.

Ernandes é opção de substituição.

Em relação a dupla Messias e Rafael Lima, o preocupante é o segundo amarelo do Rafael Lima.

Lima tem mais características de central do que quarto-zagueiro, Roger está sem jogar e Renato Justi rendeu abaixo do desejado no Mineiro.

Zé Ricardo e Ernandes deverão formar a dupla de volantes.

Pelos menos um dos dois, preferencialmente Zé Ricardo, deveria avançar um pouco mais para aumentar a força de ataque e o poder de finalização.

David também é opção para cadenciar o jogo e qualificar a troca de passes.

Ainda Neto Moura, mas na função de volante em vez de meia-atacante como jogou contra o ABC.

Futuramente, o retorno do Christian será alternativa de rodízio ou substituição entre os volantes.

O dilema na linha dos três meias continua.

A produtividade e eficiência do meia centralizado foram maiores.

Renan Oliveira e Ruy, oscilaram, mas foram decisivos em alguns jogos.

Matheusinho também foi mais eficiente pelo meio.

Os dois extremos ofensivos ainda são preocupantes.

Na direita, Matheusinho foi o mais regular, principalmente quando infiltrou pela diagonal.

O rendimento do criticado Felipe Amorim foi igual ou superior ao do Hugo Cabral e Luan.

Pelo lado esquerdo, Hugo Cabral poderá render mais.

Luan tem futebol para aumentar a produtividade durante a competição.

Apesar dos altos e baixos, Magrão deve ser utilizado na esquerda ofensiva. Talvez seja uma boa oportunidade para iniciar a partida.

Embora Bill precise aumentar bastante o índice de aproveitamento nas finalizações, o centroavante gerou amarelos para os adversários, abriu espaços e incomodou os defensores.

Um dos três meias precisa se aproximar mais do Bill para facilitar a troca de passes.

Hugo Cabral é opção de falso 9 e Hugo Almeida de troca entre os centroavantes.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni (David);
Zé Ricardo, Ernandes;
Matheusinho, Ruy, Luan (Magrão);
Bill

América x Figueirense
sexta-feira, 19h15, Arena do Coelhão
Vamos vencer Coelhô!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

ABC 0 x 1 América-MG

Apesar do baixo rendimento no primeiro tempo, quando aos nove minutos o adversário até chutou uma bola na trave e o lance mais perigoso do time americano foi só uma finalização de longa distância do Giovanni, a estratégia do Coelhão funcionou no segundo tempo para conquistar a vitória fora de casa sobre o ABC.

Na primeira etapa, a função ofensiva do Neto Moura na linha de três meias ficou indefinida.

Luan, no lado oposto, foi mais marcador do que atacante.

Talvez de modo intencional, tenha faltado velocidade na transição.

No segundo tempo, a proposta de jogo foi quase toda do Coelhão.

O ABC aproveitou o momento do deslocamento do Ernandes para a lateral esquerda no lugar do Giovani, quando Bocão acertou um cruzamento para Lucas Coelho cabecear e João Ricardo defender.

Bill incomodou a defesa adversária em duas oportunidades para marcar. Numa delas, sofreu pênalti, mas antes foi marcado impedimento inexistente.

Aos 35 minutos, o adversário ficou com um a menos e formou duas linhas compactas para se defender.

David também sofreu um possível pênalti não marcado.

Quase no fim da partida, a competitividade americana foi premiada com o gol do Ruy em jogada individual.

Destaque para o futebol coletivo, comprometimento, determinação e poder de decisão do Ruy.

João Ricardo: Uma importante defesa no segundo tempo.

Norberto: Defendeu e avançou.

Messias e Rafael Lima: Mantiveram a segurança defensiva da zaga.

Giovanni: No primeiro tempo, falhou em numa jogada e acertou a única finalização perigosa. Pareceu ter qualidades ofensivas.

Zé Ricardo: Repetiu a competitividade e intensidade para defender e atacar.

Ernandes: Participativo no combate, defendeu e avançou quando foi para a lateral.

Neto Moura: Improvisado na função de meia-atacante de lado, foi mais defensor do que ofensivo, mas mostrou qualidades.

Ruy: Apareceu no segundo tempo e decidiu o jogo em lance individual.

Luan: Defendeu mais do que atacou. Improdutivo no ataque.

Bill: Embora a principal função seja marcar gols decisivos, foi bastante participativo no segundo tempo. Gerou amarelo, combateu, desarmou, teve duas chances para marcar e sofreu um pênalti não marcado.

David: Sofreu um possível pênalti não marcado. Aumentou a ofensividade.

Magrão: Aumentou um pouco a ofensividade pelo lado esquerdo.

Matheusinho: Aberto pela direita, trocou alguns passes.

Enderson Moreira: No primeiro tempo o desempenho foi ruim, mas a organização tática foi repetida. No segundo tempo, depois das mudanças, a postura ficou mais ofensiva, o time assumiu o controle do jogo e conquistou os três pontos.

ABC 0 x 1 AMÉRICA

ABC
Edson;
Jonathan Bocão, Oswaldo, Cleiton e Eltinho (Marquinhos);
Felipe Guedes, Anderson Pedra e Zotti;
Daniel Cruz (Dalberto), Lucas Coelho e Nando (Gegê)
Técnico: Geninho

América
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni (David);
Zé Ricardo, Ernandes;
Neto Moura (Matheusinho) e Ruy, Luan (Magrão)
Bill
Técnico: Enderson Moreira
Gol: Ruy


terça-feira, 18 de julho de 2017

América-MG: Pré-jogo ABC

Dentro de casa ou fora da Arena do Coelhão, o time americano manteve o modelo de jogo, a consistência defensiva e a postura ofensiva na maioria das partidas disputadas.

A eficiência nas finalizações foi o fator mais variável.

Provavelmente o  Coelhão vai buscar a manutenção do padrão tático contra o ABC.

Talvez o desgaste provocado pela sequência de jogos em pouco tempo seja determinante para provocar uma variação no modo de jogar.

Aliás, o pré-jogo contra o Guarani é parecido com o pré-jogo contra o ABC.

Giovanni é opção para estrear na competição e começar a partida na lateral esquerda porque Magrão contra o ABC foi um dos pontos fracos.

A entrada do David e o deslocamento do Ernandes para lateral seria uma possibilidade de mudança no segundo tempo ou até para iniciar o jogo.

A primeira linha defensiva deve ser composta por Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni ou Ernandes.

Zé Ricardo e Ernandes formariam a dupla de volantes.

David seria opção para cadenciar o ritmo de jogo.

O dilema da linha de três meias continua.

Matheusinho, sub-19 em processo de aprimoramento, tem mais potencial para jogar centralizado e partir com a bola dominada em direção ao gol. Ainda assim, foi mais produtivo do que Luan e Hugo Cabral, quando jogou pelos lados.

Ruy oscilou bons e maus momentos. Foi decisivo em alguns jogos e mediano em outros. Tomara que esteja no auge da produtividade e eficiência.

Hugo Cabral tem velocidade para puxar o contra-ataque, mas precisa ser mais objetivo e eficaz no complemento das jogadas.

Luan é combativo, porém a produtividade ofensiva está bem abaixo do desejado. Ele e Hugo Cabral são os americanos que mais perderam a posse de bola.

Magrão foi o que mais acertou cruzamentos e também o que mais errou.

Vale a pena repetir: Felipe Amorim, supercriticado por parte da torcida, estava com baixa eficiência, mas no mesmo nível de produtividade ou superior a de algumas peças de reposição, que não engrenaram. Tanto é que Hugo Cabral e Luan passaram a ser criticados.

Bill também oscilou bastante. Teve mais baixos do que altos. Mesmo assim, os melhores momentos foram mais em jogadas de pivô, geração de amarelos e vermelhos e primeiro combate do que em gols decisivos. Atacante vive de gols.

Uma mudança simples é a entrada do Hugo Almeida, que no Mineiro esteve sempre atrasado nas jogadas, deixando o zagueiro antecipar.

Outra opção é Hugo Cabral para aumentar o dinamismo no ataque.

Uma terceira poderá ser Renan Oliveira, mais adiantado, estilo Diego Souza na Seleção.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Limas, Giovanni (David);
Zé Ricardo, Ernandes;
Matheusinho, Ruy, Luan (Magrão);
Bill

ABC x América
terça-feira, 20h30, Frasqueirão

Vamos vencer Coelhô!

domingo, 16 de julho de 2017

Taça BH Sub-17: América 0 x 1 AMDH

O valor cultural das categorias de base do Coelhãozinho deve ser o de no mínimo jogar de igual para igual contra qualquer adversário da base dos clubes da Série A e B.

Contra clubes menos qualificados, a superioridade americana precisa prevalecer.

Na derrota para o AMDH, pela segunda rodada da Taça BH Sub-17, o time americano foi superior ao oponente nos primeiros 15 minutos, quando criou pelo menos três chances para abir o marcador.

Depois, a partida ficou equilibrada, sem lances de perigo para ambos os lados.

No segundo tempo, o clube de Betim voltou melhor, criou mais chances e fez o único gol da partida.

Pior do que o resultado negativo foi o baixo desempenho.

As vezes um time joga bem, domina o adversário, desperdiça oportunidades criadas e a bola pune.

Faltou capacidade para ter postura ofensiva, controlar o adversário, criar e aproveitar oportunidades.

Kassinho é diferenciado, mas especificamente neste jogo perdeu o poder de finalização demonstrado em 2016.

O zagueiro Pedro Henrique, neste jogo, demonstrou potencial.

Embora elogiado por torcedores, Heitor Toledo não jogou esta partida.

A desculpa da safra ser ruim não convence. Muitos demonstraram futebol promissor nos anos anteriores. Kassinho, João Vitor e Vitão tiveram boa participação na Taça BH 2016.

Ainda tem os que foram promovidos do sub-15.

O América terminou a primeira fase na última colocação do grupo, com três derrotas. Perdeu para o Goiás por 2 a 1, AMDH por 1 a 0 e foi goleado pelo Inter por 3 a 0. Três derrotas e um gol marcado pelo zagueiro Matheus.

Sem criar dificuldades para vender facilidades, tanto no Sub-20, que também está jogando de igual para igual contra clubes do interior, como no Sub-17, a metodologia de trabalho precisa ser repensada e até modificada em caráter de urgência, a fim de produzir melhores resultados ainda este ano.

Os jogos das categorias de base no Lanna Drumond deveriam ser realizados no campo com melhor gramado e com cadeiras para o público.

Lamentavelmente, a estrutura do CT ainda é precária para realizar jogos no campo de baixo com uma presença maior de público.

A construção do Planeta América é uma necessidade estrutural para melhorar as condições de trabalho de todas as categorias de base e do futebol feminino.

América:
Vinícius;
Klisman, Matheus, Pedro, Jordan;
Rafael (Luis Flávio), João Gabriel (Luis Felipe);
João Vitor (Samir), Kassinho (Carlos Junio), Goldeson (Maicon)
Vitão (Lucas Gabriel)
Técnico Cauan

Seria interessante um levantamento sobre quantos desses jogadores utilizados foram promovidos das outras categorias de base do Coelhãozinho.

América-MG 0 x 0 Guarani-SP

América e Guarani disputaram um jogo bastante equilibrado, com ligeira superioridade americana no segundo tempo.

A melhor chance do jogo foi do adversário, aos 42 minutos do primeiro tempo, quando Ernandes errou o tempo da bola no desarme e na sequência da jogada Rafael Silva finalizou, João Ricardo fez uma grande defesa e no rebote Caíque, pressionado pelo Norberto e abafado pelo João Ricardo, completou para fora.

Aos seis do segundo tempo, Rafael Lima chutou da entrada da área e João Ricardo fez outra defesa salvadora.

Na segunda etapa, o Coelhão criou mais oportunidades para fazer gols.

Defensivamente, ficou mais consistente com o deslocamento do Ernandes para a lateral, no lugar do Magrão, que não deve ser utilizado nessa função.

A entrada do David qualificou a saída de bola e Matheusinho pelo centro acelerou a transição.

Luan, de pé direito, e Hugo Almeida finalizaram perigosamente de fora da área.

Bill teve duas chances dentro da área para fazer o gol, mas em outros dois lances, também dentro da área, optou por driblar em vez de finalizar e perdeu a posse da bola.

No primeiro lance, tentou dar um chapéu em vez de finalizar.

No segundo, Matheusinho, centralizado, partiu com a bola dominada e passou para Bill, que não finalizou.

A organização tática e a consistência defensiva americanas foram repetidas, mas faltou eficiência nos cruzamentos, finalizações e nas tomadas de decisões entre finalizar ou tentar o drible.

Prevaleceu o futebol coletivo, porém com muitos erros individuais na troca de passes, na perda posse de bola e até nas cobranças de escanteios.

Magrão na lateral esquerda novamente deixou a desejar. Deve ser utilizado na frente.

Aliás, os experientes Bill, Luan e Magrão, que deveriam ser suporte e chamar a responsabilidade, produziram pouco e foram ineficientes, nos complementos das jogadas.

Zé Ricardo se destacou pela competitividade, desarmes feitos e troca de passes. Apesar da inexperiência e natural oscilação de um sub-23, parece um veterano no primeiro ano de profissional.

Embora seja atleta sub-20 em processo de formação, Matheusinho começou e terminou a partida. A tendência é começar a ficar pronto antes dos 23 anos.

Meia-atacante de lado mais produtivo e eficiente e centroavante mais decisivo são necessidades de melhoria.

Posse de bola: 51 x 49
Finalizações certas: 4 x 5
Finalizações erradas: 13 x10
Cruzamentos certos: 7 x 3
Cruzamentos errados: 30 x 10

João Ricardo: Duas grandes defesas.

Norberto: Combativo na defesa, foi mais ofensivo no primeiro tempo.

Messias e Rafael Lima: Mantiveram a segurança defensiva, apesar de um erro do Messias numa rebatida que gerou contra-ataque. Rafael Lima levou amarelo de graça. Se a dupla for desfeita por suspensão ou contusão será uma situação preocupante.

Magrão: Apesar de ter errado cruzamentos deve ser opção na ponta esquerda em vez de lateral.

Ernandes: Bastante participativo, aumentou a consistência defensiva quando jogou na lateral esquerda.

Zé Ricardo: Defendeu e atacou com intensidade e dinamismo.

Matheusinho: Deslocado pelo lado direito, foi participativo,  mas com erros nos cruzamentos. Ainda assim, superior a Luan e Hugo Cabral. Foi mais eficiente quando partiu com a bola dominada pelo centro e fez duas assistências e finalizações.

Ruy: Trocou passes com Matheusinho, fez assistências, mas teve pouco poder de finalização.

Luan: Uma finalização perigosa, mas rendeu bem menos do que deve render.

Bill: Apesar da sequencia de jogos não engrenou na competição. Errou passes, perdeu a posse e em dois lances livre de marcação deixou de finalizar. Precisa ser mais decisivo.

Hugo Cabral: Improdutivo no complemento das jogadas. Bem abaixo do Felipe Amorim.

Hugo Almeida: Uma finalização perigosa de fora da área.

Enderson Moreira: O modelo de jogo foi mantido, mas talvez tivesse sido mais produtivo ter começado a partida com David de volante e Ernandes de lateral esquerdo. Precisa encontrar um meia atacante mais produtivo pelos lados e um centroavante decisivo.

AMÉRICA 0 x 0 GUARANI

América:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Magrão (David);
Ernandes, Zé Ricardo;
Matheusinho, Ruy (Hugo Cabral) e Luan
Bill (Hugo Almeida)
Técnico: Enderson Moreira

Guarani
Leandro Santos; Lenon, Diego Jussani, Willian Rocha e Salomão; Auremir, Evandro e Luiz Fernando (Richarlyson); Claudinho (Kevin), Rafael Silva (Juninho) e Caíque
Técnico: Vadão

sexta-feira, 14 de julho de 2017

América-MG: Pré-jogo Guarani

Em time que está ganhando também se mexe.

Nas seis vitórias conquistadas pelo América, as formações iniciais, por opção ou necessidade, sempre foram diferentes.

Ainda assim, o modelo de jogo foi mantido devido a organização tática.

Criciúma 1 x 3 América
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Ernandes;
Zé Ricardo, Blanco;
Felipe Amorim (Renan Oliveira), Ruy (Mike), Luan (Hugo Cabral);
Bill

Renan Oliveira saiu do banco para fazer gol.

América 1 x 0 Ceará: Duas mudanças em relação a vitória anterior.
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Ernandes;
Zé Ricardo, Willian;
Luan (Hugo Cabral), Ruy (Christian), Magrão;
Bill (Rafael Jataí)

América 1 x 1 Santa Cruz: quatro mudanças em relação a vitória anterior.
João Ricardo;
Christian, Messias, Rafael Lima e Pará (Willian);
Zé Ricardo, Ernandes;
Hugo Cabral, Renan Oliveira (Matheusinho), Luan (Mike);
Bill

Matheusinho saiu do banco para fazer um golaço.

Luverdense 0 x 3 América: uma mudança em relação a vitória anterior.
João Ricardo;
Christian (David), Messias, Rafael Lima e Pará;
Zé Ricardo, Ernandes;
Hugo Cabral (Mike), Renan Oliveira, Luan;
Hugo Almeida (Neto Moura)

América 3 X 0 Brasil de Pelotas: uma mudança em relação a vitória anterior.
João Ricardo;
Christian, Messias, Rafael Lima e Pará;
Ernandes, Zé Ricardo;
Hugo Cabral (Matheusinho), Renan Oliveira, Luan (David);
Bill.

América 2 x 0 Boa: três mudanças em relação a vitória anterior.
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Pará;
David, Zé Ricardo;
Matheusinho (Magrão), Renan Oliveira (Ruy), Luan (Neto Moura);
Bill

Ruy saiu do banco para fazer dois golaços.
Mudanças também serão necessárias contra o Guarani.

Pará e Renan Oliveira são desfalques. Talvez Christian.

Norberto, Messias e Rafael Lima vão compor a primeira linha defensiva com o lateral esquerdo escolhido para substituir Pará.

Aliás, a bola é redonda. No Mineiro, Pará, atleta sub-23 em formação, foi bastante criticado.

Ernandes, também criticado no estadual, começou a melhorar o desempenho, principalmente defensivo, justamente na lateral. Depois, na função de volante e Pará , na lateral, tiveram bom rendimento em um time encaixado.

Giovanni e Ernandes são opções para a lateral esquerda.

Deve ser um bom momento para a estreia do Giovanni, caso esteja bem preparado fisicamente.

A escolha do lateral vai depender até da ofensividade do Guarani pela direita.

Christian, David e Ernandes são opções para formar a dupla de volantes com Zé Ricardo.

Christian, caso esteja recuperado, é uma alternativa bastante interessante para formar dupla de volantes combativa, dinâmica e produtiva na transição e recomposição. Poderá aumentar o poder de finalização, quando um dos volantes avançar.

A principal característica do David parece ser a qualidade na troca de passes.

Ernandes poderá ficar na cobertura do Giovanni.

O lado direito da linha de três meias continua preocupante.

Felipe Amorim, supercriticado por parte da torcida, estava com baixa eficiência, mas no mesmo nível de algumas peças de reposição, que não engrenaram. Tanto é que Hugo Cabral e Luan passaram a ser criticados.

Hugo Cabral prefere jogar pela esquerda, mas não engrenou nem na direita nem na esquerda. Tem velocidade, mas errou muito o complemento das jogadas e perdeu muitas vezes a posse de bola.

Matheusinho não deve ter a responsabilidade de ser solução, mas faz parte da solução. Poderá ser mais produtivo se jogar mais centralizado, com liberdade para atacar. Vai começar a ficar pronto bem antes de completar 23 anos.

Luan também prefere jogar pela esquerda. É bastante competitivo, mas precisa aumentar a produtividade, errar menos passes e perder menos vezes a posse de bola. .

Magrão merece uma nova oportunidade pelo lado esquerdo. Poderá auxiliar Giovanni na esquerda. Precisa aumentar o índice de acerto nos complementos da jogada. Ainda é o que mais acertou e errou cruzamentos.

Ruy oscilou em alguns jogos, mas se destacou em outros, com poder de finalização e decisão.

Bill fez assistências, gerou cartões amarelos e vermelhos, fez o pivô em algumas jogadas, mas também errou passes, perdeu a posse de bola e só marcou dois gols. Embora seja o que mais fez finalizações certas, carece ser mais eficiente nas conclusões para aumentar o poder de decisão.

Hugo Cabral é opção de velocidade para jogar de falso 9 com bastante movimentação.

Futuramente, Renan Oliveira poderia ser opção de centroavante, com mais habilidade e técnica que Bill.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni ou Ernandes;
Zé Ricardo, Christian ou David ou Ernandes;
Luan (Matheusinho, Felipe Amorim), Ruy, Magrão (Luan);
Bill (Hugo Cabral)

América x Guarani
sábado, 16h30, Arena do Coelhão
Vamos vencer Coelhô!