domingo, 21 de janeiro de 2018

Pré-jogo: URT x América

Na conquista do bicampeonato Brasileiro, as escalações iniciais, em cada vitória consecutiva, foram diferentes.

Em time que está vencendo, também se mexe.

Na segunda partida do Mineiro, Enderson Moreira vai fazer uma mudança obrigatória em relação ao time que venceu a Patrocinense.

Bill será o titular, no lugar do Rafael Moura. Ambos são centroavantes de características parecidas. Finalizadores dependentes das assistências e cruzamentos.

Ainda assim, deveria haver pelo menos uma mudança programada entre os titulares.

Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni deverão formar a primeira linha defensiva, na recomposição, e Noberto, Messias e Rafael Lima, o trio defensivo, na saída de bola.

Aderlan no lugar do Norberto, poderia ser uma das opções de mudança programada.

Zé Ricardo e Matheus Sales formarão a dupla de volantes, com bastante movimentação para defender, atacar e finalizar.

Christian ou David, no lugar do Matheus Sales, poderia ser uma das opções para começar o jogo ou durante a partida.

A linha de três meias será formada pelo Aylon, Renan Oliveira e Luan.

Aylon precisa fazer mais infiltrações para aumentar o poder de finalização.

Renan Oliveira carece ser mais criativo, finalizador e decisivo.

Luan necessita perder menos vezes a posse de bola e errar menos passes.

Capixaba ou Renato, no lugar do Luan, poderia ser uma das opções de mudança.

Falta um concorrente para disputar a posição com Renan Oliveira. Sem a necessidade de modificar a distribuição tática, David é o que mais se aproxima da função de armador, porque jogou nesta posição.

Se houver mudança tática, com três volantes e três atacantes mais ofensivos, Christian poderá ser alternativa para formar o trio de volantes com Zé Ricardo e Matheus Sales ou David.

Independentemente da condição de mandante ou visitante, os comandados pelo Enderson Moreira deverão manter a consistência defensiva, mas com postura ofensiva a fim de buscar fazer a proposta de jogo.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo, Matheus Sales;
Aylon, Renan Oliveira, Luan;
Bill

URT x América
domingo, 19h30, Zama Maciel
Vamos pra cima deles, Coelhô!

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Marco Antônio



quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

América 2 x 1 Patrocinense

O Coelhão teve posse de bola ofensiva, mas faltou transformar volume de jogo em oportunidades criadas e aproveitadas.

Apesar das poucas finalizações certas, a proposta de jogo foi praticamente toda americana.

No primeiro tempo, as jogadas ofensivas foram mais pelo lado direito, principalmente com Aylon e as vezes Renan Oliveira.

O lado esquerdo com Giovanni e Luan foi pouco utilizado.

Zé Ricardo e Matheus Sales tentaram aumentar a força ofensiva, mas Matheus ficou um pouco perdido, com erros nos complementos das jogadas.

O gol do adversário foi marcado no segundo ataque deles. Numa falha de posicionamento do setor defensivo, Messias ficou na marcação de dois adversários, quando a superioridade numérica era da defesa americana.

No segundo tempo, o número de finalizações aumentou, com a utilização ofensiva dos dois lados.

Ainda assim, foram poucas conclusões certas.

Novamente, o acaso prevaleceu na marcação do gol contra.

Giovanni e Luan foram mais participativos no ataque.

A entrada do Aderlan e o deslocamento do Norberto para a posição de volante foi uma mudança interessante em termos de posicionamento, porque Matheus estava improdutivo no segundo tempo, e Aderlan foi mais produtivo no ataque, pelo lado direito

Mas o mais próximo do ideal deve ser a disputa da lateral entre Aderlan e Noberto e da função de volante, entre Christian, David, Matheus Sales e Renato Bruno. 

João Ricardo: Pouco acionado.

Norberto, Messias e Rafael Lima formaram a primeira linha, na saída de bola.

Giovanni aumentou a força ofensiva no segundo tempo.

Destaque para Zé Ricardo, pela movimentação, participação na troca de passes e duas finalizações.

Matheus Sales ficou um pouco perdido no primeiro tempo e errou o complemento das jogadas. No segundo tempo, avançou menos.

Aylon foi bastante participativo pela ponta direita, iniciou a jogada do primeiro gol, mas precisa fazer mais infiltrações pela diagonal a fim de aumentar o poder de finalização. 

Renan Oliveira jogou muito aberto pela direita, distante do Rafael Moura. Pouco finalizou, errou cruzamentos, mas fez a jogada do gol da vitória. Precisa ter mais poder de finalização.

Luan, no primeiro tempo, fez a finalização mais perigosa, mas pouco apareceu. No segundo tempo, foi mais participativo. Precisa errar menos passes.

Rafael Moura foi discreto. Uma cabeçada para fora no primeiro tempo e a participação no lance do segundo gol, mas quando a bola chegou mostrou bom domínio para fazer tabelas.

Aderlan aumentou a ofensividade e velocidade pela direita.

Magrão participou de jogadas pela esquerda e próximas da grande área. Mesmo assim, Enderson Moreira precisa buscar outras alternativas de substituição do Renan Oliveira.

Bill jogou pouco tempo.

Enderson Moreira manteve a padronização tática, com posse de bola ofensiva. Foi o jogo do tie que procurou atacar contra o que tentou defender.

América:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Zé Ricardo, Matheus Sales (Aderlan);
Aylon, Renan Oliveira (Magrão), Luan;
Rafael Moura (Bill)
Técnico: Enderson Moreira

Patrocinense:
Neguetti;
Ângelo, Diego Borges, Mol e Nilo;
Bruno Moreno, Leomir (Jefersom), Juninho Archanjo (Diogo) e Mario Cesar;
Ademir (Rychely) e Genesis
Técnico: Rogério Henrique

Gols: Leomir, Giovanni, Diego (contra)

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Marco Antônio

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Pré-jogo: América x Patrocinense

Manutenção do modelo de jogo, consistência defensiva e a força do futebol coletivo, competitivo e combativo, são as principais apostas americanas para brigar pelo título do Mineiro.

O lado ruim da padronização é o conhecimento e preparação dos adversários mais qualificados para enfrentar o Coelhão, na Série A.

Na estreia contra o Patrocinense, a primeira linha defensiva deverá ser formada pelo Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni.

Aderlan, Matheus Ferraz e Carlinhos são as principais opções.

Zé Ricardo e Matheus Sales formarão a dupla de volantes, provavelmente com bastante intensidade para defender, atacar, finalizar, fazer assistências e marcar gols.

Matheus Sales poderá aumentar a altura da defesa na bola aérea.

No início da transição com três jogadores, Zé Ricardo ou Matheus Sales deverá formar o trio com Messias e Rafael Lima.

Noberto também poderá participar da saída de bola, mas deveria ser mais ofensivo na transição pela direita, com Giovanni pela esquerda.

As dúvidas maiores estão na formação da linha dos três meais.

Na direita, Aylon precisa mostrar qualidade e resistência física para defender e atacar.

Depender só do Renan Oliveira na principal função articuladora do time para construir, fazer assistências, finalizar e marcar gols é bastante arriscado.

David já jogou nessa posição. Talvez seja alternativa de substituição.

Na esquerda, o competitivo Luan, que carece perder menos vezes a posse da bola, aumentar o número de passes e finalizações certas.

A titularidade absoluta do Rafael Moura poderá aumentar a expectativa em relação ao poder de decisão do jogador.

Deveria haver um revezamento com Bill, até para evitar uma possível insatisfação do artilheiro de 2017.

As distribuições táticas durante as partidas estão bastante variadas.

Basicamente, no início da transição é um 3-4-3 e na recomposição, 4-2-3-1.

Durante a primeira fase do estadual, Enderson Moreira deveria testar situações de jogo, que poderão ser utilizadas no Brasileirão.

Também seria interessante, dar mais oportunidades para atletas em formação, que foram pouco escalados em 2017, e os novos contratados.

No Mineiro, é possível escalar Rafael Moura, Bill e Luan, no 3-4-3 e 4-3-3. Ainda mais, que a proposta de jogo do Enderson é bastante ofensiva, com posse de bola no campo do adversário.

Uma opção interessante de mudanças experimentais a fim de aumentar a intensidade do meio-de-campo e a força ofensiva poderia ser a entrada do Christian, na função de volante, no lugar do Renan Oliveira, e a escalação do trio mais ofensivo, com Rafael Moura, Bill e Luan.

Christian e Zé Ricardo jogaram mais avançados nas categorias de base e tiveram bom desempenho.

Matheus Sales, Christian, Zé Ricardo;
Rafael Moura, Bill e Luan.

Ou experimentar o Renato Bruno, para fazer a dupla função defensiva-ofensiva pela direita.

Matheus Sales, Zé Ricardo;
Renato Bruno, Renan Oliveira (Christian), Luan;
Rafael Moura ou Bill

Por ser um clube essencialmente revelador, deveria haver a promoção planejada de pratas da casa, que disputaram o sub-20, em 2017. Mas se antes o defeito da transição profissional estava no aprimoramento do promovido, agora está na própria base, no desenvolvimento do atleta em formação.

O Coelhão repatriar o Capixaba representa erros no processo de aprimoramento e aproveitamento no América e Atlético, porém ainda é um problema quase geral no futebol brasileiro.

Provável time:

João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Matheus Sales, Zé Ricardo;
Aylon, Renan Oliveira, Luan;
Rafael Moura

América x Patrocinense
quarta-feira, 19h30, Arena do Coelho.
Vamos pra cima deles, Coelhô!

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Marco Antônio

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Copa São Paulo: Portuguesa-SP 1(7) x América-MG 1(6)

O grande desafio do time americano na Copa São Paulo 2018 seria contra clubes que disputam as séries A e B no profissional, mas o desempenho do sub-20, sob o comando do Fred Pacheco, até contra times pouco qualificados, continuou inferior ao potencial dos jogadores americanos.

Vale lembrar que o América no ano passado foi eliminado em jogo único da Copa do Brasil, realizado na Arena do Jacaré, quando foi goleado por 5 a 1, e no Hexagonal do Mineiro terminou em quinto lugar.

No estadual, o Coelhãozinho também perdeu a capacidade de controlar a partida e jogou de igual para igual contra adversários do interior e de baixa qualidade técnica.

Na Copa São Paulo, poderia ter vencido a Portuguesa nos pênaltis e ter passado para as oitavas de final, mas ainda assim,  a performance do time seria insatisfatória, porque inclusive nas vitórias sobre o Remo, Teixeira de Freitas e Santo André, o rendimento, que é diferente de resultado, foi muito abaixo do esperado.

A aposta no desenvolvimento do Fred Pacheco para criar uma metodologia de trabalho, numa das principais categorias de base do futebol brasileiro, permaneceu sem demonstrações de possibilidades de evolução.

O técnico do sub-20 precisa pelo menos ter um histórico vitorioso, na função de treinador nas categorias de base ou times profissionais ou ter sido um ex-jogador acostumado a disputar grandes competições.

Mesmo assim, o aumento da produtividade por meio de evolução tática e técnica dos comandados deve aparecer durante o primeiro ano de trabalho.

Se antes, havia falhas na transição do promovido ao profissional, agora o defeito aumentou na evolução tática e técnica do atleta em formação na categoria de base.

A fábrica de futuros talentos precisar continuar a produzir atletas qualificados para ser aproveitados e aprimorados no profissional no segundo passo da transição.

De acordo com uma declaração do Salum nos anos 90, timimg é fundamental na tomada de decisão.

Até quando esperar?

América:
Elzo;
Ronaldo, Rafael Batisa, Zé Leandro, Lucas Luan (Diego);
Maktom, Marcos Santana;
Marcinho (Kassinho), Leo Lucas (Diego Benfica), Matheus (Gabriel);
Guilherme (Vitão)
Técnico: Fred Pacheco
Gol: Vitão

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Marco Antônio

sábado, 6 de janeiro de 2018

Teixeira de Freitas-BA 0 x 1 América-MG

O Coelhãozinho conquistou a segunda vitória na Copa São Paulo e a classificação antecipada para a segunda fase da competição.

Ainda assim, a produtividade do time americano continuou abaixo do potencial dos jogadores.

A aposta no desenvolvimento do Fred Pacheco para criar uma metodologia de trabalho, numa das principais categorias de base do futebol brasileiro, ainda não demonstrou possibilidades de evolução.

As críticas dos comentaristas da FPF TV, da Rádio De Prima e dos torcedores, que acompanharam as transmissões pela internet, são parecidas com os comentários dos americanos presentes nos jogos da Copa do Brasil e do Mineiro, em 2017, quando o sub-20, na maioria das partidas disputadas, teve enormes dificuldades para se encaixar em campo, se impor sobre os adversários, jogar com proposta ofensiva, criar e aproveitar oportunidades.

Vale lembrar, que o América foi eliminado pelo Vasco em jogo único na Copa do Brasil, quando foi goleado por 5 a 1, e terminou em quinto lugar no Hexagonal do Mineiro, atrás do Araxá, Atlético, Figueirense e Cruzeiro, sendo que o time azul não utilizou o time principal no final da competição porque estava disputando o brasileiro.

O técnico também precisa ter meta de desempenho determinada e com tempo estimado para começar a dar retorno tático e técnico dentro de campo.

O Sub-20 é uma categoria de transição para o profissional.

Na primeira etapa dessa transição, o atleta em formação deve subir antes de completar 20 anos, para começar a frequentar o ambiente profissional, que deve estar preparado para executar um trabalho diferenciado, em termos comportamental, fisiológico,  físico, tático e técnico, no aprimoramento dos promovidos.

Este ano, Erick e Michel foram os únicos promovidos entre os que completaram 20 anos.

Em condições normais de desenvolvimento, Victor Caetano, Pilar, mais alguns com idade de sub-20 também deveriam ter sido promovidos para integrar a equipe principal.

Na vitória sobre o Teixeira de Freitas, o confronto foi bastante equilibrado, mas nivelado por baixo.

No segundo tempo, mas na base da vontade, da qualidade individual e da iniciativa dos jogadores, os americanos tiveram mais oportunidades de gols, mas o adversário também desperdiçou chances.

Lamentavelmente, Victor Emiliano, um dos promissores meias de criação com capacidade de marcar gols, saiu de campo com fratura na tíbia.

Pelo lado positivo, Kassinho entrou bem durante a partida.

O próximo confronto será segunda-feira, às 16h, contra a Portuguesa, provavelmente com transmissão da ESPN.

Oportunidade para experimentar uma nova formação, talvez com Lucas Luan no meio-de-campo e Vitão, na posição de centroavante.

O grande desafio nessa competição será praticar um futebol convincente contra clubes participantes do Campeonato Brasileiro Sub-20.

Elzo;
Ronaldo, Batista, Zé Leandro (Vitão), Lucas Luan (Diego);
Maktom, Marcos Santana;
Leo Lucas (Renan), Victor Emiliano (Kassinho), Marcinho (Matheus);
Guilherme (Luiz Henrique)
Gol: Luiz Henrique

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Marco Antônio

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Copa São Paulo Júnior: América-MG 2 x 0 Remo-PA

Apesar da vitória, o desempenho do Coelhãozinho sub-20 continuou abaixo do potencial dos jogadores americanos.

Embora o time seja formado por alguns "veteranos", com histórico de bom rendimento na competição e nas outras categorias da base, o time teve lampejos de produtividade contra o Remo, mas faltou posse de bola ofensiva, fazer a proposta de jogo, criar e aproveitar mais oportunidades.

Luiz Ademar, comentarista da TV FPF  elogiou o América até a marcação do primeiro gol, feito pelo Leo Lucas, aos 20 minutos do primeiro tempo. Depois criticou a timidez ofensiva americana.

O segundo gol foi marcado aos 27 do segundo tempo pelo Victor Emiliano.

Até os 30 do segundo tempo, quando a transmissão foi paralisada, foram poucas chances criadas. Talvez três finalizações certas.

A jogada do primeiro gol começou num lançamento do Marcos Santana em profundidade para Ronaldo buscar a linha de fundo e fazer cruzamento. Leo Lucas marcou no rebote.

O segundo gol foi em jogada individual do habilidoso Victor Emiliano.

Um time com dois laterais potencialmente ofensivos, Ronaldo e Diego, um meio de campo qualificado, Maktom, Leo Lucas, Victor Emiliano e Lucas Luan,  reforçados pelos Marcos Santana,  Marcinho, Kassinho, Guilherme e Vitão tem potencial para ser mais produtivo.

Ronaldo precisa buscar mais vezes a linha de fundo.

Diego tem capacidade para ser o lateral-esquerdo.

O talentoso Lucas Luan está desperdiçado na lateral-esquerda.

Leo Lucas e Victor Emiliano são armadores artilheiros.

Guilherme precisa voltar a ter poder de decisão.

Vitão tem potencial para ser mais aproveitado.

Infelizmente, Felipinho está machucado e não foi relacionado. Seria mais uma opção de titularidade para o lado direito ofensivo.

A impressão continua a mesma do Mineiro. Apesar do potencial técnico de alguns jogadores, nos jogos contra adversários menos qualificados será possível vencer, mas sem evolução tática e técnica, dificilmente a vitória será conquistada contra contra os mais qualificados.

O próximo confronto será às 16h, sexta-feira, contra o Teixeira de Freitas. Oportunidade para vencer e convencer.

Link da transmissão do jogo: https://mycujoo.tv/futebolpaulista?id=12009

América:
Alex;
Ronaldo, Rafael Batista, Caio Gasparini (Zé Leandro), Lucas Luan (Diego);
Makton, Marcos Santana (Renan Simões);
Leo Lucas (Vitão), Victor Emiliano (Kassinho), Marcinho (Diego Benfica);
Guilherme
Técnico: Fred Pacheco
Gols: Leo Lucas, Victor Emiliano



quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Mineiro Feminino: América 3 x 1 Frigoarnaldo. Coelhão bicampeão.

O América Feminino conquistou o terceiro título em 2017.

Campeão da Copa BH, Copa Centenário e Bicampeão Mineiro.

Na vitória sobre o Frigoarnaldo, o time americano controlou o jogo, teve proposta ofensiva, criou, desperdiçou e aproveitou oportunidades.

No primeiro tempo, houve um gol anulado da Carol, quando foi marcado impedimento duvidoso, e uma grande defesa da Thay, numa finalização de pé esquerdo da Carol.

Na segunda etapa, as jogadoras americanas mantiveram a postura agressiva e poderiam ter aberto o marcador nos primeiros dez minutos.

Aos 16 minutos, Isadora aproveitou assistência da Carol e com tranquilidade e precisão chutou rasteiro no canto da goleira.

Daniela marcou um golaço de falta, aos 24 minutos e Duda ampliou aos 36.

Na saída de bola, Tatá aproveitou uma breve desconcentração das americanas e fez o de honra.

Dentro do processo de melhoria contínua para as próximas competições em 2018, apesar do domínio quase completo, das condições do gramado e da quase goleada, a transição deveria ter sido mais bem trabalhada, a fim da bola chegar ao ataque, por meio da troca de passes rasteiros.

A complicada tomada de decisão em segundos entre passar, driblar ou finalizar também carece ser mais eficiente.

O público presente poderia ter sido maior, porém, o horário do jogo, domingo de manhã, depois das comemorações do bicampeonato masculino no sábado a noite, contribuiu para o não comparecimento de torcedores americanos.

Parabéns para todos os envolvidos, inclusive os torcedores presentes, por mais uma conquista.

Aliás, o futebol feminino também merece o Troféu Guará. Compartilhem essa ideia.

América:
Camila;
Patrícia (Lilian), Fernanda, Mariana, Daniela;
Bruna Rebelde, Nathália (Fran), Aninha;
Thayane (Duda);
Isadora (Tábata), Carol
Técnico Victor Alberice
gols: Isadora, Daniela e Duda

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Marco Antônio